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Nas nossas ruas, ao anoitecer, Há tal soturnidade, há tal melancolia, Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.

Por Cesário Verde

Conserte o exterior, o interior cuida de si mesmo.

Por Abbott Elementary (série)

Mateus, MT, 22:13, <J>Então o rei ordenou aos serventes: ´Amarrem os pés e as mãos dele e atirem-no para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.`</J>

Por Mateus, Novo Testamento

I Samuel, 1SM, 19:23, Então Saul foi para a casa dos profetas, em Ramá. E o mesmo Espírito de Deus veio sobre ele, que, caminhando, profetizava até chegar à casa dos profetas, em Ramá.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Um dia de chuva é tão belo como um dia de sol. Ambos existem; cada um como é.

Por Fernando Pessoa

A Sabedoria da Não Violência A vida verdadeira é como a água: Em silêncio se adapta ao nível inferior Que os homens desprezam. Não se opõe a nada, Serve a tudo. Não exige nada, Porque sua origem é da fonte imortal. O homem realizado não tem desejos de dentro, Nem tem exigências de fora. Ele é prestativo em se dar E sincero em falar, Suave no conduzir, Poderoso no agir. Age com serenidade. Por isto é incontaminável.

Por Lao-Tsé

Jó, JÓ, 20:15, Engoliu riquezas, mas terá de vomitá-las; Deus o obrigará a lançá-las de seu ventre.

Por Jó, Antigo Testamento

Atos, AT, 10:25, Quando Pedro estava por entrar, Cornélio foi ao seu encontro e, prostrando-se aos pés dele, o adorou.

Por Atos, Novo Testamento

Jeremias, JR, 17:27, Mas, se não me ouvirem, e, por isso, não santificarem o dia de sábado, e carregarem alguma carga, quando entrarem pelos portões de Jerusalém no dia de sábado, então porei fogo nesses portões. O fogo queimará os palácios de Jerusalém e não se apagará.`

Por Jeremias, Antigo Testamento

Da vez primeira em que me assassinaram, Perdi um jeito de sorrir que eu tinha. Depois, a cada vez que me mataram, Foram levando qualquer coisa minha. Hoje, dos meu cadáveres eu sou O mais desnudo, o que não tem mais nada. Arde um toco de Vela amarelada, Como único bem que me ficou. Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada! Pois dessa mão avaramente adunca Não haverão de arracar a luz sagrada! Aves da noite! Asas do horror! Voejai! Que a luz trêmula e triste como um ai, A luz de um morto não se apaga nunca!

Por Mario Quintana