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Você diz sim Mas eu digo não Você, talvez Mas eu volto a dizer não Galinha preta na encruzilhada não sai do chão Você diz sim Mas eu digo não Você, talvez Mas eu volto a dizer não Batuque, toca, te pega Te leva longe Meu santo veio me dizer Somente Deus para entender Você diz não Mas eu digo sim Você, talvez Mas eu volto a dizer sim Boca do sapo foi costurada Mas ele cantou Você diz não Mas eu digo sim Você, talvez Mas eu volto a dizer sim Azar ou sorte Usar o bode Meu santo veio me dizer Somente Deus para entender
Por Ana CañasPois com muita fé e com ele só para pra orar Pois pela direção do sol e das estelas No oásis escondido, água ele vai achar Pois o homem de véu azul o prometido de Alah Pois ele é guerreiro Ele é bandoleiro Ele é justiceiro Ele é mandingueiro Ele é o tuareg Tuareg, uhhh, tuareg!
Por Jorge Ben JorQuerido diário, hoje o esquilo perguntou o meu nome, e eu disse que era Joe. Essa mentira me assombrará para sempre.
Por Damon SalvatoreAtos, AT, 16:38, Os oficiais de justiça comunicaram isso aos magistrados. Quando estes souberam que Paulo e Silas eram cidadãos romanos, ficaram com medo.
Por Atos, Novo TestamentoOs perversos sempre fazem o que querem sem que nada os impeça. Mas por que os virtuosos precisam se provar todas as vezes? (Park Jin)
Por Alquimia das Almas (série)Pluralidade Humana A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas. Ser diferente não equivale a ser outro - ou seja, não equivale a possuir essa curiosa qualidade de «alteridade», comum a tudo o que existe e que, para a filosofia medieval, é uma das quatro características básicas e universais que transcendem todas as qualidades particulares. A alteridade é, sem dúvida, um aspecto importante da pluralidade; é a razão pela qual todas as nossas definições são distinções e o motivo pelo qual não podemos dizer o que uma coisa é sem a distinguir de outra. Na sua forma mais abstracta, a alteridade está apenas presente na mera multiplicação de objectos inorgânicos, ao passo que toda a vida orgânica já exibe variações e diferenças, inclusive entre indivíduos da mesma espécie. Só o homem, porém, é capaz de exprimir essa diferença e distinguir-se; só ele é capaz de se comunicar a si próprio e não apenas comunicar alguma coisa - como sede, fome, afecto, hostilidade ou medo. No homem, a alteridade, que ele tem em comum com tudo o que existe, e a distinção, que ele partilha com tudo o que vive, tornam-se singularidades e a pluralidade humana é a paradoxal pluralidade dos seres singulares. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'
Por Hannah Arendt