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Marcos, MC, 10:43, <J>Mas entre vocês não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vocês, que se coloque a serviço dos outros;</J>
Por Marcos, Novo TestamentoO artista não morre se transforma em fração do infinito... - Maestro Guilherme Vaz POR AQUI PASSOU UM LOBO SOLITÁRIO Quatro da tarde O pranto indígena em prece A dor açoita. O vento arde O silêncio cresce, sem meça Do choroso canto à parte... Junta-se o coração em pedaços Em sentidos lamentos à la carte Gemidos partidos, sublinhados em traços Do travador, mestre, da saudade em encarte. “Por aqui passou um lobo solitário.” Não foi mais um, foi um! Foi arte! ... foi vário. “Ele está em todos lugares e em lugar nenhum.” © Luciano Spagnol poeta do cerrado ao primo Guilherme Vaz.
Por Luciano Spagnol (poeta do cerrado)Sou um dos fracos? fraca que foi tomada por ritmo incessante e doido? se eu fosse sólida e forte nem ao menos teria ouvido o ritmo? Não encontro resposta: sou. É isto apenas o que me vem da vida. Mas sou o quê? a resposta é apenas: sou o quê. embora às vezes grite: não quero mais ser eu!! mas eu me grudo a mim e inextricavelmente forma-se uma tessitura de vida.
Por Clarice LispectorNão digas mal de ninguém, Que é de ti que dizes mal. Quando dizes mal de alguém Tudo no mundo é igual.
Por Álvaro de CamposQuando Deus criou as mães Quando o bom Deus estava criando mães, Ele estava no sexto dia de "hora extra" quando um anjo apareceu e observou: – Você está tendo bastante trabalho com essa criação. Ao que Deus respondeu: – Você leu as especificações deste pedido? Ela tem que ser completamente lavável, mas não pode ser de plástico. Precisa possuir 180 partes móveis, todas substituíveis. Funcionar à base de café preto e sobras de comida. Ter um colo macio que sirva de travesseiro. E um beijo capaz de curar qualquer coisa, de uma perna quebrada até uma frustração amorosa. E seis pares de mãos. O anjo balançou a cabeça lentamente e exclamou: – Seis pares de mãos… impossível! – Não são as mãos que estão me dando problemas, são os três pares de olhos que as mães devem ter – falou Deus. – Esse é o modelo padrão? – perguntou o anjo. Deus assentiu. – Um par para ver através de portas fechadas, quando pergunta “O que vocês, crianças, estão fazendo aí?” (embora ela já saiba a resposta). Outro par na nuca, para ver o que não deveria, mas que precisa saber. E, é claro, um par aqui na frente para que ela possa olhar uma criança em apuros e dizer “Eu entendo e eu te amo”, sem proferir uma palavra. – Deus, descanse um pouco amanhã! – Não posso! Estou muito perto de criar algo tão próximo de mim. Já tenho uma que se cura sozinha quando fica doente, uma capaz de alimentar uma família de seis pessoas com meio quilo de carne moída e uma que pode convencer uma criança de 9 anos a tomar banho. O anjo observou o modelo da mãe muito lentamente e concluiu: – É muito delicada! – Mas é muito resistente – rebateu Deus, entusiasmado. Você não imagina o que esta mãe pode fazer ou suportar. – Ela pode pensar? – Não só pensa, como também discute e faz acordos. Por fim, o anjo se curvou e passou o dedo pela bochecha da mãe. – Há um vazamento! Eu alertei que o Senhor estava tentando colocar muita coisa neste modelo. – Não é um vazamento, é uma lágrima – explicou Deus. – E para que serve? – Para alegria, tristeza, decepção, dor, solidão e orgulho. – O Senhor é um gênio! – exclamou o anjo. Sério, Deus respondeu: – Não fui eu que coloquei essa lágrima aí.
Por Erma BombeckII Crônicas, 2CR, 9:27, O rei fez com que, em Jerusalém, a prata fosse tão comum como as pedras e os cedros fossem tão numerosos como os sicômoros que estão na Sefelá.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoMarcos, MC, 1:22, E maravilhavam-se com a sua doutrina, porque os ensinava como alguém que tem autoridade e não como os escribas.
Por Marcos, Novo TestamentoA namorar as estrelas... Traz luto nos seus vestidos... Anda sempre a imaginar... O que está sempre a sonhar... Contente do instante... Faz dos desejos um mirante... No peito entrelaça... A vontade de expandir suas asas... Enche de força o coração... Quando não lhe dão outra opção que um não... Sussurra ao vento... O que lhe diz o coração... Sonda, fixo e absorto... Desprezando o seu tormento... E interrogando o destino... Busca seu momento... Sabe que nada está além das cousas transitorias... Das paixões e das formas ilusórias... É a senha da sua vida... No transcorrer das horas... Foge e esconde... E se tarda o encontro e não encontra... Chora e ri da própria sorte... Sozinho e acoplado a outros sozinhos... Anda pelas ruas de espírito despido... No gesto, no calar, no pensamento... Finge estar desatento... Uma presença... Uma saudade... Uma vontade... E assim caminha... Sonhando tocar as estrelas... Desejando a eternidade... Sandro Paschoal Nogueira
Por Sandro Paschoal NogueiraO Verbo se fez carne Na terra desceu Operou muitos milagres Era mesmo filho de Deus Morreu numa cruz, mas ressuscitou Ele está vivo
Por Jefferson e Suellen