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A massa nunca se eleva ao padrão do seu melhor membro; pelo contrário, degrada-se ao nível do pior.

Por Henry David Thoreau

As grandes mentes são sempre temidas pelas mais medíocres.

Por Dan Brown

Quero ir mais fundo Leva-me mais perto Onde eu Te encontro No lugar secreto Aos Teus pés, me rendo Pois a Tua glória quero ver

Por Gabriela Rocha

Jó, JÓ, 30:8, São filhos de doidos, gente sem nome, e são escorraçados da terra.`

Por Jó, Antigo Testamento

Ah, como passam as coisas deste mundo, nada do que se contrói é perene, nada do que se faz é bem lembrado além de seu tempinho, nada fica como está, nunca se volta, nunca se volta.

Por João Ubaldo Ribeiro

Se você ama uma pessoa a ponto de morrer por ela. Pode ter certeza que você morrerá.

Por Deadly Class

Salmos, SL, 77:3, Lembro-me de Deus e começo a gemer; medito, e o meu espírito desfalece.

Por Salmos, Antigo Testamento

Êxodo, EX, 34:2, E prepare-se para amanhã, para que você suba, pela manhã, o monte Sinai e se apresente ali diante de mim no alto do monte.

Por Êxodo, Antigo Testamento

A minha sorte foi passar madrugadas estudando...

Por Leandro Karnal

O teu riso Tira-me o pão, se quiseres, tira-me o ar, mas não me tires o teu riso. Não me tires a rosa, a lança que desfolhas, a água que de súbito brota da tua alegria, a repentina onda de prata que em ti nasce. A minha luta é dura e regresso com os olhos cansados às vezes por ver que a terra não muda, mas ao entrar teu riso sobe ao céu a procurar-me e abre-me todas as portas da vida. Meu amor, nos momentos mais escuros solta o teu riso e se de súbito vires que o meu sangue mancha as pedras da rua, ri, porque o teu riso será para as minhas mãos como uma espada fresca. À beira do mar, no outono, teu riso deve erguer sua cascata de espuma, e na primavera , amor, quero teu riso como a flor que esperava, a flor azul, a rosa da minha pátria sonora. Ri-te da noite, do dia, da lua, ri-te das ruas tortas da ilha, ri-te deste grosseiro rapaz que te ama, mas quando abro os olhos e os fecho, quando meus passos vão, quando voltam meus passos, nega-me o pão, o ar, a luz, a primavera, mas nunca o teu riso, porque então morreria.

Por Pablo Neruda