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Quando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos: 1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época; 2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); 3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos. Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou: 1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte; 2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem; 3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos.
Por Alexandre, o GrandeJuízes, JZ, 16:22, Mas o cabelo da sua cabeça, logo após ser rapado, começou a crescer de novo.
Por Juízes, Antigo TestamentoEncontre amor e aceitação dentro de você e, uma vez que você o encontre, não importa o que alguém diga, você nunca se sentirá sem esperança ou sem valor.
Por Lauren JaureguiO ciúme é aquela dor que dá quando percebemos que a pessoa amada pode ser feliz sem a gente.
Por Rubem AlvesEntre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só diferença: a vítima.
Por Alphonse de LamartineSalmos, SL, 78:69, E construiu o seu santuário durável como os céus e firme como a terra que estabeleceu para sempre.
Por Salmos, Antigo TestamentoBasta olhar no fundo dos meus olhos Pra ver que já não sou como era antes Tudo que eu preciso é de uma chance De alguns instantes Sinceramente ainda acredito Em um destino forte e implacável Em tudo que nós temos pra viver É muito mais do que sonhamos Será que é difícil entender? Porque eu ainda insisto em nós Será que é difícil entender? Vem andar comigo Vem, vem meu amor As flores estão no caminho Vem meu amor Vem andar comigo
Por Jota QuestMas... E eu que achei que a lua não brilhasse sobre os mortos no campo da guerrilha, sobre a relva que encobre a armadilha ou sobre o esconderijo da quadrilha, mas brilha. E achei que nenhum pássaro cantasse se um lavrador não mais colhe o que planta, se uma família vai dormir sem janta com um soluço preso na garganta, mas canta. Também pensei que a chuva não regasse a folha cujo leite queima e cega, a carnívora flor que o inseto pega ou o espinho oculto na macega, mas rega. Também pensei que o orvalho não beijasse a venenosa cobra que rasteja no silêncio da noite sertaneja, sobre as ruínas de esquecida igreja, mas beija. Imaginei que a água não lavasse o chicote que em sangue se deprava quando, de forma monstruosa e brava, abre trilhas de dor na pele escrava, mas lava. Apostei que nenhuma borboleta - por ser um vivo exemplo de esperança - dançaria contente, leve e mansa sobre o túmulo de uma criança, mas dança. E eu pensei que o sol não mais aquecesse os campos que a guerra empobrece, onde tomba do homem a própria espécie e a sombra da dor enlouquece, mas aquece. Por isso achei que eu não mais fizesse poema algum após tanto embaraço, tanta decepção, tanto cansaço e tanta espera, em vão, por teu abraço, mas faço.
Por Antonio Roberto FernandesIsaías, IS, 56:6, Aos estrangeiros que se aproximam do Senhor, para o servir e para amar o nome do Senhor, sendo deste modo servos deles, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a minha aliança,
Por Isaías, Antigo Testamento