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Biquínis e mensagens devem ser curtos para aguçar o interesse e longos o suficiente para cobrir o objeto.
Por Carlos Heitor ConyGênesis, GN, 17:19, Deus lhe respondeu: - Na verdade, Sara, a sua mulher, lhe dará um filho, e você o chamará de Isaque. Estabelecerei com ele a minha aliança, aliança perpétua para a sua descendência.
Por Gênesis, Antigo TestamentoI Crônicas, 1CR, 23:25, Porque Davi disse: - O Senhor, Deus de Israel, deu paz ao seu povo e habitará em Jerusalém para sempre.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoPara o homem feliz, a oração é uma reunião monótona de palavras sem sentido, até o dia em que a dor venha explicar ao desgraçado essa linguagem sublime por intermédio da qual o homem fala com Deus.
Por Alexandre DumasJoão, JO, 17:1, Depois de dizer essas coisas, Jesus levantou os olhos ao céu e disse: <J> - Pai, é chegada a hora. Glorifica o teu Filho,</J> <J>para que o Filho glorifique a ti,</J>
Por João, Novo TestamentoOração do Milho Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das lavouras pobres. Meu grão, perdido por acaso, nasce e cresce na terra descuidada. Ponho folhas e haste e se me ajudares Senhor, mesmo planta de acaso, solitária, dou espigas e devolvo em muitos grãos, o grão perdido inicial, salvo por milagre, que a terra fecundou. Sou a planta primária da lavoura. Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo. E de mim, não se faz o pão alvo, universal. O Justo não me consagrou Pão da Vida, nem lugar me foi dado nos altares. Sou apenas o alimento forte e substancial dos que trabalham a terra, onde não vinga o trigo nobre. Sou de origem obscura e de ascendência pobre. Alimento de rústicos e animais do jugo. Fui o angú pesado e constante do escravo na exaustão do eito. Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante. Sou a farinha econômica do proletário. Sou a polenta do imigrante e a miga dos que começam a vida em terra estranha. Sou apenas a fartura generosa e despreocupada dos paiois. Sou o cocho abastecido donde rumina o gado Sou o canto festivo dos galos na glória do dia que amanhece. Sou o carcarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos. Sou a pobreza vegetal, agradecida a Vós, Senhor, que me fizeste necessária e humilde Sou o milho.
Por Cora Coralina