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Isaías, IS, 45:23, Por mim mesmo tenho jurado; da minha boca saiu o que é justo, e a minha palavra não tornará atrás. Diante de mim se dobrará todo joelho, e jurará toda língua.

Por Isaías, Antigo Testamento

não peça perdão, a culpa não é sua estamos no mesmo barco e ele ainda flutua não perca a razão, ela já não é sua onda após onda, o barco ainda flutua ao sabor do acaso apesar dos pesares ao sabor do acaso... flutua então, preste atenção: o mar não ensina, insinua estamos no mesmo barco, sob a mesma lua no mar, em marte, em qualquer parte estaremos sempre sob a mesma lua ao sabor da corrente tão fortes quanto o elo mais fraco ao sabor da corrente... sob a mesma lua âncora, vela ?qual me leva? ?qual me prende? mapas e bússola sorte e acaso ?quem sabe (?) do que depende?

Por Humberto Gessinger

A felicidade só deixa de ser utopia quando nos completamos com a inteligencia e o afeto do outro.

Por Gabriel Chalita

Provérbios, PV, 25:3, Como a altura dos céus e a profundeza da terra, assim também o coração dos reis é insondável.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Hebreus, HB, 9:14, muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!

Por Hebreus, Novo Testamento

⁠Nada é capaz de compensar a falta de Deus, mas Deus pode preencher qualquer vazio.

Por Leonardo Brelaz

Ele parecia tão perdido, tão emotivo, tão solitário. Eu queria que ele me beijasse agora. Eu queria que ele soubesse que eu era sua por toda a eternidade.

Por Ellen Schreiber

Números, NM, 23:6, Quando Balaão voltou, eis que Balaque ainda estava junto do seu holocausto, ele e todos os chefes dos moabitas.

Por Números, Antigo Testamento

Êxodo, EX, 13:1, O Senhor disse a Moisés:

Por Êxodo, Antigo Testamento

⁠As formas, as sombras, a luz que descobre a noite e um pequeno pássaro e depois longo tempo eu te perdi de vista meus braços são dois espaços enormes os meus olhos são duas garrafas de vento e depois eu te conheço de novo numa rua isolada minhas pernas são duas árvores floridas os meus dedos uma plantação de sargaços a tua figura era ao que me lembro da cor do jardim.

Por António Maria Lisboa