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Jornalista é peixinho de aquário: colorido e faz gracinhas. O escritor é o peixe de mar profundo. O sol não entra, mas ele tem o oceano todo.
Por Carlos Heitor ConyE um homem verdadeiramente humilde é consciente da diminuta extensão de seu próprio conhecimento, da grande extensão de sua ignorância e da insignificante extensão de seu entendimento comparado com o entendimento de Deus.
Por Jonathan EdwardsJosué, JS, 2:2, Então a seguinte notícia chegou aos ouvidos do rei de Jericó: - Eis que, esta noite, vieram aqui uns homens dos filhos de Israel para espiar a terra.
Por Josué, Antigo TestamentoLucas, LC, 22:40, Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse: <J> - Orem, para que vocês não caiam em tentação.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoSomos criaturas de hábitos e nossas opções são incorporadas a esse ser que chamamos de "eu".Há um ditado popular que retrata bem essa situação:"Pensamentos tornam-se ações,ações tornam-se hábitos,hábitos tornam-se nosso caráter e o caráter torna-se nosso destino." Em outras palavras,nosso caráter é determinado por nossas ações.
Por James C. HunterTodos os adolescentes do mundo se sentem assim, arrasados ou estranhos, diferentes de algum jeito, algo como um rei nascido em uma família de camponeses por engano. Talvez não melhores, mas diferentes. E não é fácil ser diferente. Você quer saber como é quando seus pais são boas pessoas frequentadoras de igrejas e você nasce com a marca do demônio?
Por Cassandra ClareEU SEI, MAS NÃO DEVIA A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora, a tomar café correndo porque está atrasado. A gente se acostuma a ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo na viagem, a comer sanduíches porque não tem tempo para almoçar. A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios, a ligar a televisão e assistir comerciais. A gente se acostuma a lutar para ganhar dinheiro, a ganhar menos do que precisa e a pagar mais do que as coisas valem. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não a das janelas ao redor. A gente se acostuma a não abrir de todo as cortinas, e a medida que se acostuma, esquece o sol, o ar, a amplidão. A gente se acostuma à poluição, à luz artificial de ligeiro tremor, ao choque que os olhos levam com a luz natural. A gente se acostuma às bactérias da água potável, à morte lenta dos rios, à contaminação da água do mar. A gente se acostuma à violência, e aceitando a violência, que haja número para os mortos. E, aceitando os números, aceita não haver a paz. A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza para preservar a pele. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que de tanto se acostumar, se perde por si mesma. A gente se acostuma, eu sei, mas não devia.
Por Marina Colasanti