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Os conservadores que me perdoem,mas o Direito é uma ciência mutável e isso o torna magnífico.
Por LetíciaRSilvaMorena,você não sabe,mas eu desejo você. Você me julga como se eu não soubesse te querer. Com você não pretendo e nem me lembro se algum plano eu já fiz. Mas pra você,eu me rendo e me arrependo,é de você morena que eu entendo. Proibido é o meu amor e esse gosto do teu sabor,alimenta a minha alma que me traz pra dentro a calma do paraíso.
Por LetíciaRSilvaSe há tantos meninos em minha obra em balanços, gangorras é que seria meu desejo fazer com que eles fossem lançados ao ar a virarem belos anjos...
Por Cândido PortinariSem exagero, não há nas bibliotecas deste mundo, não há nos pisos deste chão, não há na lucidez das minhas loucuras e muito menos na imensidão das suas ausências, nada nem ninguém capaz de entender o silêncio dos meus poemas com a mesma delicadeza dos seus olhos. Eles têm o privilégio de ler as entrelinhas de cada verso, e por ali ficar por horas e horas e dias e dias, até adormecerem num sonho confuso e denso – como são os sonhos dos que amam e não podem se entregar. E eles nunca se fecham porque precisam de vida para morrer, e também precisam se alimentar dessa poesia para continuar a brilhar e a sentir saudades e a mentir verdades. Por isso serão sempre densos, tensos e imensos. Já, meus poemas têm a necessidade de buscar nos seus traços o formato de cada letra e o compromisso de catar em suas mãos as palavras mais imperfeitas – aquelas que nunca foram versificadas – e ver se cada "eu te amo" gritado silenciosamente pelos seus lábios finos consegue me acolher sem dentes, sem me deixar sofrer e só me fazer enxergar o que há de mais belo no amor: aquilo que não se diz. Meus poemas também têm a obrigação de contar nos seus dedos todas as vezes que eu não pude ouvir o tom da sua voz tão deliciada dizer que sente a minha falta. E nesse timbre ficar e respirar por meses e meses e rimas e rimas, até adoecerem num sonho doce e triste – como são os sonhos dos que amam e não encontram ninguém para se entregar. E eles nunca se ausentam por muito tempo porque precisam das migalhas da sua presença, dos pedaços mastigados do seu coração e de alguns goles das suas lágrimas para não secarem, sozinhos, como os pontos finais dos breves romances sem final feliz. Por isso também serão sempre densos, tensos e imensos. Saiba que também não sei muito bem o que pode sair da boca e dos poros e das mãos e dos olhos de um homem de carne e osso e sangue e sonhos que se permite acreditar na realidade de vez em quando. E mesmo que nada faça sentido. E mesmo que eu não consiga me expressar com as palavras certas. E mesmo que você não interprete da maneira mais simples meus sentimentos mais complicados, meus desejos mais confusos e minhas mais sinceras verdades sobre você, sobre mim, sobre nós; saiba que aqui, em cada página, em cada erro ou palavra, em cada espaço ou entrelinha, em cada ponto e vírgula, estão os meus mais vivos pensamentos, aqueles que pulsam e vibram cada vez que pensam no que não fomos... Não sei como nem quando surgiu a ideia de começar a te escrever. [página solta de uma carta despedaçada; antônio]
Por Eu me chamo AntônioEla se cansou de ter que esperar que os pecadores cometessem seus crimes antes de puni-los.
Por Cavaleiro da Lua (Moon Knight)Números, NM, 10:18, Depois, partiu o estandarte do arraial de Rúben, segundo as suas turmas; e sobre o seu exército estava Elizur, filho de Sedeur.
Por Números, Antigo TestamentoDesejo a vocês e as suas famílias um Feliz Natal, com amor, paz, alegria e união. Para o ano novo, desejo que... ...se for pra fazer guerra, que seja de travesseiro. Se for pra ter solidão, que seja no chuveiro. Se for pra perder, que seja o medo. Se for pra mentir, que seja a idade. Se for pra matar, que seja a saudade. Se for pra morrer, que seja de amor. Se for pra tirar de alguém, que seja sua dor. Se for pra ir embora, que seja a tristeza. Se for pra chorar um dia, que seja de alegria. Se for pra cair, que seja na folia. Se for pra bater, que seja um bolo. Se for pra roubar, que seja um bolo. Se for pra matar, que seja de desejo.
Por Alvaro SocciA escrita da criança não resulta de simples cópia de um modelo externo, mas é um processo de construção pessoal.
Por Emilia Ferreiro