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Levítico, LV, 7:3, Dessa oferta se oferecerá toda a gordura, a cauda e a gordura que cobre as entranhas;

Por Levítico, Antigo Testamento

Esperança Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano Vive uma louca chamada Esperança E ela pensa que quando todas as sirenas Todas as buzinas Todos os reco-recos tocarem Atira-se E — ó delicioso voo! Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada, Outra vez criança... E em torno dela indagará o povo: — Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes? E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!) Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam: — O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

Por Mario Quintana

Em um mundo perverso, confiar na experiência de um único domínio não é apenas limitante, pode ser desastroso.

Por David Epstein

Marcos, MC, 16:4, E, olhando, viram que a pedra já estava removida. É que a pedra era muito grande.

Por Marcos, Novo Testamento

No adultério há pelo menos três pessoas que se enganam.

Por Carlos Drummond de Andrade

⁠O que você está preparada para fazer?

Por As Marvels (filme)

É sempre bom em dias nublados saber que das nuvens mais escuras, ⁠o sol sempre se manifesta como esperança para um novo amanhecer

Por Randerson Figueiredo

Habacuque, HC, 2:15, Ai daquele que dá ao seu companheiro vinho misturado com o seu furor, e que o embebeda para lhe contemplar a nudez!

Por Habacuque, Antigo Testamento

II Crônicas, 2CR, 12:15, Quanto aos demais atos de Roboão, tanto os primeiros como os últimos, não está tudo escrito no Livro da História de Semaías, o profeta, e no Livro da História de Ido, o vidente, no registro das genealogias? Roboão e Jeroboão estiveram sempre em guerra.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Se eu pudesse trincar a terra toda E sentir-lhe uma paladar, Seria mais feliz um momento... Mas eu que nem sempre quero ser feliz. É preciso ser de vez em quando infeliz Para se poder ser natural... Nem tudo é dias de sol, E a chuva, quando falta muito, pede-se. Por isso tomo a infelicidade com a felicidade Naturalmente, como quem não estranha Que haja montanhas e planícies E que haja rochedos e erva... O que é preciso é ser-se natural e calmo Na felicidade ou na infelicidade, Sentir como quem olha, Pensar como quem anda, E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre, E que o poente é belo e é bela a noite que fica... Assim é e assim seja... (Do livro O Guardador de Rebanhos Heterônimo de Fernando Pessoa)

Por Alberto Caeiro