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aforismo 15 Os antigos mestres da vida eram profundamente identificados com as potências vivas do cosmos. A grandeza e o poder da sua dinâmica atividade jaziam em sua profunda interioridade. Quem compreende, hoje em dia, esses homens? Eles eram sábios, como barqueiros que cruzam um rio em pleno inverno; Eram cautelosos, como homens circundados de inimigos; Eram reservados, como hóspedes que fossem; Eram amoldáveis, como gelo que se derrete; Eram autênticos, como o cerne de madeira de lei; Eram amplos, como vales abertos; Eram impenetráveis, como águas turvas. (Tao Te Ching) Tradução: Huberto Rohden

Por Lao-Tsé

Ética é o conjunto de valores e princípios que usamos para responder a três grandes questões da vida: (1) quero?; (2) devo?; (3) posso? Nem tudo que eu quero eu posso; nem tudo que eu posso eu devo; e nem tudo que eu devo eu quero. Você tem paz de espírito quando aquilo que você quer é ao mesmo tempo o que você pode e o que você deve.

Por Mario Sergio Cortella

Salmos, SL, 37:6, Fará com que a sua justiça sobressaia como a luz e que o seu direito brilhe como o sol ao meio-dia.

Por Salmos, Antigo Testamento

Levítico, LV, 2:10, O que ficar da oferta de cereais será de Arão e de seus filhos; é coisa santíssima das ofertas queimadas ao Senhor.

Por Levítico, Antigo Testamento

Seus pensamentos eram cheios de cor e poesia, apesar de sua vida ser muito chata.

Por David Walliams

Vento, leva a minha voz E vê se encontra o meu amor Nada faz sentido nesse mundo sem o seu amor Me sinto assim meio sem rumo Viajo no meu disco voador Te procurei no oceano E quase que eu me entrego a solidão

Por Flávio Venturini

⁠Nunca é tarde para aprender que envelhecer não significa necessariamente crescer.

Por Alex Hirsch

Zacarias, ZC, 14:11, Será habitada, e já não haverá maldição; Jerusalém habitará segura.

Por Zacarias, Antigo Testamento

EU, ETIQUETA Em minha calça está grudado um nome que não é meu de batismo ou de cartório, um nome... estranho. Meu blusão traz lembrete de bebida que jamais pus na boca, nesta vida. Em minha camiseta, a marca de cigarro que não fumo, até hoje não fumei. Minhas meias falam de produto que nunca experimentei mas são comunicados a meus pés. Meu tênis é proclama colorido de alguma coisa não provada por este provador de longa idade. Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro, minha gravata e cinto e escova e pente, meu copo, minha xícara, minha toalha de banho e sabonete, meu isso, meu aquilo, desde a cabeça ao bico dos sapatos, são mensagens, letras falantes, gritos visuais, ordens de uso, abuso, reincidência, costume, hábito, premência, indispensabilidade, e fazem de mim homem-anúncio itinerante, escravo da matéria anunciada. Estou, estou na moda. É duro andar na moda, ainda que a moda seja negar minha identidade, trocá-la por mil, açambarcando todas as marcas registradas, todos os logotipos do mercado. Com que inocência demito-me de ser eu que antes era e me sabia tão diverso de outros, tão mim mesmo, ser pensante, sentinte e solidário com outros seres diversos e conscientes de sua humana, invencível condição. Agora sou anúncio, ora vulgar ora bizarro, em língua nacional ou em qualquer língua (qualquer, principalmente). E nisto me comparo, tiro glória de minha anulação. Não sou - vê lá - anúncio contratado. Eu é que mimosamente pago para anunciar, para vender em bares festas praias pérgulas piscinas, e bem à vista exibo esta etiqueta global no corpo que desiste de ser veste e sandália de uma essência tão viva, independente, que moda ou suborno algum a compromete. Onde terei jogado fora meu gosto e capacidade de escolher, minhas idiossincrasias tão pessoais, tão minhas que no rosto se espelhavam e cada gesto, cada olhar cada vinco da roupa sou gravado de forma universal, saio da estamparia, não de casa, da vitrine me tiram, recolocam, objeto pulsante mas objeto que se oferece como signo de outros objetos estáticos, tarifados. Por me ostentar assim, tão orgulhoso de ser não eu, mas artigo industrial, peço que meu nome retifiquem. Já não me convém o título de homem. Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente.

Por Carlos Drummond de Andrade

Deuteronômio, DT, 28:30, - Você contratará casamento com uma mulher, mas outro homem é que terá relações com ela; você construirá uma casa, mas não irá morar nela; plantará uma vinha, mas não colherá os frutos.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento