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Levítico, LV, 14:15, Também pegará o copo de azeite e derramará um pouco na palma da própria mão esquerda.
Por Levítico, Antigo TestamentoLucas, LC, 10:7, <J>Fiquem na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem; porque o trabalhador é digno do seu salário.</J> <J>Não fiquem mudando de casa em casa.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoJeremias, JR, 44:12, Farei com que o remanescente de Judá, que se obstinou em entrar na terra do Egito para morar, seja totalmente destruído. Cairá à espada e à fome; desde o menor até o maior perecerão; morrerão à espada e à fome. Serão objeto de maldição, de horror, de zombaria e de deboche.
Por Jeremias, Antigo TestamentoHey, você que tem tudo E se tirarem tudo de você Em que se apoiar, não tem pra onde correr Você vai segurar, não tenta entender Tá em choque de dia, vai chorar quando anoitecer
Por HaikaissIsaías, IS, 51:11, Os resgatados do Senhor voltarão e entrarão em Sião com cânticos de júbilo. Alegria eterna coroará a sua cabeça. Ficarão tomados de júbilo e alegria, e deles fugirão a tristeza e o gemido.`
Por Isaías, Antigo TestamentoEm hipótese alguma beba apenas um ingrediente - pode levar à visão de túnel, arrogância e possivelmente morte cerebral.
Por Ha-Joon ChangO que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador. Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"
Por Erich Fromm