Veja outros textos inspiradores!

⁠Quer que eu te mostre o que é destruição intencional?

Por Freaks: Um de Nós

Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem.

Por Millôr Fernandes

O dia nasce para amadurecer a noite que cai na solitária onda do tempo Aquietando um silencio e as sombras que entre a dor e o amor acalentam a esperança de corações Como o meu e o teu, que em meio a tempestades não se escondem e nem teme o medo de fazer loucuras e na futilidade de cada momento explora o que chamam de pegado Que me julguem, pouco importa quero mais que meus sonhos inundem o sol e que a noite me traga desejos insanos envenenados de excitação pela vida No amanhecer de cada dia novas mudanças para que eu possa novas loucuras cometer ate o ultimo dia que me restar e poder abrir meus olhos para novos sonhos que entre sorriso, loucuras e canções alguém possa me encontrar embriagada em delírios de paixões que devaneiam sons que esfolhem os Blues. Antonia Diniz

Por Antonia Diniz

João, JO, 9:38, Então ele afirmou: - Eu creio, Senhor! E o adorou.

Por João, Novo Testamento

Você é bem baixa para uma adulta.

Por Em Uma Ilha Bem Distante (filme)

Gênesis, GN, 37:24, e o jogaram na cisterna. A cisterna estava vazia, sem água.

Por Gênesis, Antigo Testamento

No deserto das cidades uns cavaleiros sonham mas sonham só seduzidos pela mais valia. De resto, lugar nenhum no coração para encantar Dulcinéias. Onde o herói contra os moinhos?

Por Graça Graúna

Daniel, DN, 11:45, Armará as suas tendas palacianas entre o mar e o glorioso monte santo. Mas chegará ao seu fim, e não haverá quem o socorra.

Por Daniel, Antigo Testamento

Um pouco de desprezo economiza bastante ódio.

Por Jules Renard

Cantiga do Viúvo A noite caiu na minh'alma Fiquei triste sem querer Uma sombra veio vindo Veio vindo, me abraçou Era a sombra de meu bem Que morreu há tanto tempo Me abraçou com tanto amor Me apertou com tanto fogo Me beijou, me consolou Depois riu devagarinho Me disse adeus com a cabeça e saiu Fechou a porta Ouvi seus passos na escada Depois mais nada, acabou

Por Carlos Drummond de Andrade