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⁠JUGULAR o gato afia as espadas de samurai em cada uma de suas patas nada escapa de tal arte atroz: da jugular da tarde salta um sangue viscoso para dentro da noite veloz

Por Fabiano Calixto

⁠Oh, querida, todas as luzes da cidade Nunca brilham tanto quanto os seus olhos Eu trocaria todas elas por mais um minuto

Por James Arthur

Jó, JÓ, 29:14, Eu me cobria de retidão, e ela me servia de roupa; a minha justiça era como um manto e um turbante.

Por Jó, Antigo Testamento

Duas pessoas nunca liam a mesma história, porque cada uma trazia sua própria visão de mundo.

Por Carrie Elks

se dás a mais nao esperes receber a mesma quantia

Por Joana Nunes

O que a mente não entende, ela adora ou teme.

Por Alice Walker

A ausência de direitos na mulher não está no facto de ela não poder votar ou de não ser juiz (ocuparmo-nos dos nossos interesses não é um direito); está no facto de ela poder ter o direito de escolher e não ser escolhida. Você diz que não é conveniente. Mas então que o homem seja privado dessas regalias. Por agora a mulher está privada desse direito e, como compensação, ela actua sobre a sensualidade do homem, submete-o pêlos sentidos de tal forma que, na realidade, quem escolhe é a mulher. Quando a mulher possui a arte de seduzir, abusa dela e adquire um terrível ascendente. (Sonata a Kreutzer)

Por Leon Tolstói

Mateus, MT, 14:26, Os discípulos, porém, vendo-o andar sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: - É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram.

Por Mateus, Novo Testamento

⁠Palavras atrapalham a verdade, abafando o grito do coração de alguém.

Por Comando das Criaturas (série)

quase soneto cheio de si ó minha amada, canto em teu louvor como se fora nato noutras terras mais adestradas nos bailes do amor, em Franças, Alemanhas, Inglaterras; canto-te assim com tal engenho e arte que até Camões invejaria o fogo com que me ardo, outrora degredado entre mil musas lusas e andaluzas, e agora regressado aos seus brasis, ó minha ave, minha aventura e sobretudo minha pátria amada pra sempre idolatrada, salve, salve: o resto é mar, silêncio ou literatura

Por Geraldo Carneiro