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Jeremias, JR, 12:5, ´Jeremias, se você se cansa correndo com homens que vão a pé, como poderá competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz você não se sente seguro, que fará na floresta do Jordão?

Por Jeremias, Antigo Testamento

Nem a meteorologia explica essa constante primavera em minha vida depois que você apareceu.

Por Edgard Abbehusen

Embora preferíssemos acreditar que é o intelecto que nos guia, são nossas emoções - as sensações que vinculamos aos pensamentos - que realmente nos guiam.

Por Anthony Robbins

Nós não consertamos mais relações humanas, nós trocamos. E ao trocar sapatos, computadores e pessoas que amamos por outras pessoas, vamos substituindo a dor do desgaste pela vaidade da novidade. Ao trocar alguém, creio, imediatamente eu me torno alguém mais interessante e não percebo que aquele espelho continua sendo drama da minha vaidade.

Por Leandro Karnal

Na oração,é melhor ter um coração sem palavras do que palavras sem um coração.

Por John Bunyan

Esperar um pouco menos, amar um pouco mais.

Por André Comte-Sponville

Marcos, MC, 3:26, <J>Se Satanás se levantou contra si mesmo e está dividido, não pode subsistir; é o seu fim.</J>

Por Marcos, Novo Testamento

Ninguem paga minhas conta, ninguem apaga minhas ponta

Por Cone Crew Diretoria

Círculo vicioso Um dia, milhões de bebês choraram na liberdade uterina do milagre da vida: nasceram. Não vestiram seus corpos, não lhes calçaram sapatos nem lhes deram o conforto do seio materno, antes da posse do sonho infantil, foram rejeitados, ao rigor do abandono. Um dia, mãozinhas trêmulas, inseguras, sem afeto, bateram na porta do vizinho, procurando abrigo. Não havia ninguém ali para oferecer afeto nem portas havia na pobreza do lado. O menino escorregou na direção da rua. Um dia, a criança anêmica foi eleita à marginalidade da escura noite e disputava papelões e pães no lixo do depósito público. Aos tapas, cresceu como grão perdido no vão das pedras, sem a mínima possibilidade de sobreviver: sem teto, sem luz, sem chão. Um dia, o adolescente esperto teve alucinações de vida e o desejo de conferir a sociedade: candidatou-se à luta amarga do subemprego. Alvejado pela falta de habilitação, foi condenado como vagabundo, recebendo etiqueta oficial de mendigo. Um dia, o adulto desiludido, amargurado, sem emprego, sem referencial, saiu à procura do amor. No escuro, mas cheio de esperanças, foi colecionando portas fechadas pelo caminho. Sem Deus, sem nome, sem avalista, sem discurso, acreditou no “slogan” das campanhas sociais. Um dia, o menino mal nascido, mal amado, mal educado, não soube cuidar do filho que nem chegou a ver. Não ouviu seu choro. Imaginou apenas que, após nove meses de duríssima gestação, alguém brotara de um rápido encontro, irresponsável, assustado e vazio que sempre ouviu dizer que se chamava amor.

Por Ivone Boechat

Então se prepara que eu vou jogando na cara Ninguém me impede nem para E eu quero mais, mais Então cai pro meu lado naquele pique ousado Do jeito certo ou errado a gente faz

Por Camila Loures