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"Teríamos acabado sozinhos se governássemos apenas pelo medo. A classe operária jamais se submeteria a um governo que pretendesse impor-se pelo medo."

Por Joseph Stalin

Marcos, MC, 6:32, Então foram de barco para um lugar deserto, à parte.

Por Marcos, Novo Testamento

⁠Todos esses “para sempre” Não são claros, eles pregam truques Se aproximam sem se mostrar Como um traidor disfarçado Me dói ou me cansa, dependendo do dia

Por Carla Bruni

Josué, JS, 4:11, Quando todo o povo tinha passado, a arca do Senhor e os sacerdotes também passaram, à vista de todo o povo.

Por Josué, Antigo Testamento

⁠Bom dia, boa tarde, boa noite, atmosfera fervente!

Por Gil Brother Away

Porque só fazemos exame medico. Depois que a doença já se agravou.

Por Antonio Bezerra

Vai dizer que não é chato quando o seu amor platônico resolve ficar a fim de você? Pronto. Cabô a graça da brincadeira. Depois que a pessoa passa a te corresponder, seu sentimento por ela acaba praticamente na mesma hora. Fato, né? Por isso eu utilizo um sábia frase, de um soneto. O Soneto da Fidelidade de Vinicius de Moraes, mas altero o finalzinho dela. Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto PLATÔNICO.

Por Kéfera Buchmann

As Folhas Mortas Oh! Gostaria tanto que você se lembrasse Dos dias felizes onde nos éramos amigos Naquele tempo a vida era mais bela E o sol mais brilhante do que é hoje As folhas mortas juntamos com a pá Você vê, eu não me esqueci As folhas mortas juntamos com a pá As lembranças e os arrependimentos também. E o vento do norte leva-as. Na noite fria do esquecimento Você vê, eu não me esqueci A canção que você me cantava. É uma canção que é semelhante a nós. Você, que me amava e eu te amava. E nós vivíamos sempre juntos Você que me amava, eu que te amava. Mas a vida separa aos que se amam. Tão docemente, sem fazer barulho. E o mar apaga sobre a areia Os passos dos amantes separados As folhas mortas juntamos com a pá As lembranças e os arrependimentos também Mas o meu amor, silencioso e fiel Sempre sorri e é grato pela vida. Eu te amei tanto, você estava tão bonita. Como você espera que eu esqueça? Naqueles dias, a vida era mais bonita E o sol mais brilhante do que é hoje. Você era meu doce amigo Mas eu não tenho nenhum arrependimento E a música que você cantou, Sempre, sempre vou ouvi-la! É uma canção que é semelhante a nós. Você, que me amava e eu te amava. E nós vivíamos sempre juntos Você que me amava, eu que te amava. Mas a vida separa aos que se amam. Tão docemente, sem fazer barulho. E o mar apaga sobre a areia Os passos dos amantes separados

Por Jacques Prévert

O que pode ser afirmado sem provas também pode ser rejeitado sem provas.

Por Christopher Hitchens

Seu comprometimento é louvável. Mas ainda pode melhorar.

Por As Leis de Lídia Poët (série)