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Números, NM, 28:9, - No dia de sábado, ofereçam dois cordeiros de um ano, sem defeito, e quatro litros da melhor farinha, amassada com azeite, em oferta de cereais, e a libação que a acompanha.
Por Números, Antigo TestamentoÊxodo, EX, 33:4, Quando o povo ouviu estas más notícias, pôs-se a prantear, e nenhum deles usou as suas joias.
Por Êxodo, Antigo TestamentoEstou sempre dizendo: "Muito prazer em conhecê-lo" pra alguém que nao tenho nenhum prazer em conhecer. Mas a gente tem que fazer essas coisas pra seguir vivendo.
Por J. D. SalingerAlgumas pessoas nascem para fazer grande arte e outras nascem para apreciá-la… Fazer parte da audiência é um tipo de talento por si só, quer você seja o espectador na galeria de arte, quer esteja ouvindo a voz do melhor soprano do mundo. Nem todo mundo pode ser o artista. Tem que haver aqueles que testemunham a arte, que amam e apreciam o que tiveram o privilégio de ver.
Por Ann PatchettMorte (Hora de Delírio) Pensamento gentil de paz eterna Amiga morte, vem. Tu és o termo De dous fantasmas que a existência formam, — Dessa alma vã e desse corpo enfermo. Pensamento gentil de paz eterna, Amiga morte, vem. Tu és o nada, Tu és a ausência das moções da vida, do prazer que nos custa a dor passada. Pensamento gentil de paz eterna Amiga morte, vem. Tu és apenas A visão mais real das que nos cercam, Que nos extingues as visões terrenas. Nunca temi tua destra, Não vou o vulgo profano; Nunca pensei que teu braço Brande um punhal sobr'humano. Nunca julguei-te em meus sonhos Um esqueleto mirrado; Nunca dei-te, pra voares, Terrível ginete alado. Nunca te dei uma foice Dura, fina e recurvada; Nunca chamei-te inimiga, Ímpia, cruel, ou culpada. Amei-te sempre: — pertencer-te quero Para sempre também, amiga morte. Quero o chão, quero a terra, - esse elemento Que não se sente dos vaivens da sorte. Para tua hecatombe de um segundo Não falta alguém? — Preencha-a comigo: Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo. Miríades de vermes lá me esperam Para nascer de meu fermento ainda, Para nutrir-se de meu suco impuro, Talvez me espera uma plantinha linda. Vermes que sobre podridões refervem, Plantinha que a raiz meus ossos fera, Em vós minha alma e sentimento e corpo Irão em partes agregar-se à terra. E depois nada mais. Já não há tempo, nem vida, nem sentir, nem dor, nem gosto. Agora o nada — esse real tão belo Só nas terrenas vísceras deposto. Facho que a morte ao lumiar apaga, Foi essa alma fatal que nos aterra. Consciência, razão, que nos afligem, Deram em nada ao baquear em terra. Única idéia mais real dos homens, Morte feliz — eu quero-te comigo, Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo. Também desta vida à campa Não transporto uma saudade. Cerro meus olhos contente Sem um ai de ansiedade. E como um autômato infante Que ainda não sabe mentir, Ao pé da morte querida Hei de insensato sorrir. Por minha face sinistra Meu pranto não correrá. Em meus olhos moribundos Terrores ninguém lerá. Não achei na terra amores Que merecessem os meus. Não tenho um ente no mundo A quem diga o meu - adeus. Não posso da vida à campa Transportar uma saudade. Cerro meus olhos contente Sem um ai de ansiedade. Por isso, ó morte, eu amo-te e não temo: Por isso, ó morte, eu quero-te comigo. Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo.
Por Junqueira FreireImagens que passais pela retina Dos meus olhos, porque não vos fixais? Que passais como a água cristalina Por uma fonte para nunca mais!... Ou para o lago escuro onde termina Vosso curso, silente de juncais, E o vago medo angustioso domina, Porque ides sem mim, não me levais? Sem vós o que são os meus olhos abertos? O espelho inútil, meus olhos pagãos! Aridez de sucessivos desertos... Fica sequer, sombra das minhas mãos, Flexão casual de meus dedos incertos, Estranha sombra em movimentos vãos.
Por Camilo PessanhaLucas, LC, 22:33, Porém Pedro respondeu: - Estou pronto para ir com o Senhor, tanto para a prisão como para a morte.
Por Lucas, Novo TestamentoNa sublime guerra do homem contra a realidade, o homem só tem uma arma: a imaginação.
Por Benjamin de Casseres