Veja outros textos inspiradores!

Apenas pare por um minuto, e sorria!

Por Jessie J

I Samuel, 1SM, 6:19, O Senhor feriu os homens de Bete-Semes, porque olharam para dentro da arca do Senhor, matando setenta deles. Então o povo chorou, porque o Senhor tinha feito tão grande matança entre eles.

Por I Samuel, Antigo Testamento

I Reis, 1RS, 18:11, E agora você quer que eu vá dizer ao meu senhor, o rei, que Elias está aqui?

Por I Reis, Antigo Testamento

II Pedro, 2PE, 3:6, Com base nesta palavra também o mundo daquele tempo foi destruído, afogado em água.

Por II Pedro, Novo Testamento

Não-coisa O que o poeta quer dizer no discurso não cabe e se o diz é pra saber o que ainda não sabe. Uma fruta uma flor um odor que relume... Como dizer o sabor, seu clarão seu perfume? Como enfim traduzir na lógica do ouvido o que na coisa é coisa e que não tem sentido? A linguagem dispõe de conceitos, de nomes mas o gosto da fruta só o sabes se a comes só o sabes no corpo o sabor que assimilas e que na boca é festa de saliva e papilas invadindo-te inteiro tal do mar o marulho e que a fala submerge e reduz a um barulho, um tumulto de vozes de gozos, de espasmos, vertiginoso e pleno como são os orgasmos No entanto, o poeta desafia o impossível e tenta no poema dizer o indizível: subverte a sintaxe implode a fala, ousa incutir na linguagem densidade de coisa sem permitir, porém, que perca a transparência já que a coisa é fechada à humana consciência. O que o poeta faz mais do que mencioná-la é torná-la aparência pura — e iluminá-la. Toda coisa tem peso: uma noite em seu centro. O poema é uma coisa que não tem nada dentro, a não ser o ressoar de uma imprecisa voz que não quer se apagar — essa voz somos nós.

Por Ferreira Gullar

Nós que vivemos por verdade, por amor... Chegou o momento de tomarmos nosso lugar de direito no mundo, onde nós, magos, somos livres.

Por Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald

PÁLIDA INOCÊNCIA Por que, pálida inocência, Os olhos teus em dormência A medo lanças em mim? No aperto de minha mão Que sonho do coração Tremeu-te os seios assim? E tuas falas divinas Em que amor lânguida afinas Em que lânguido sonhar? E dormindo sem receio Por que geme no teu seio Ansioso suspirar? Inocência! quem dissera De tua azul primavera As tuas brisas de amor! Oh! quem teus lábios sentira E que trêmulo te abrira Dos sonhos a tua flor! Quem te dera a esperança De tua alma de criança, Que perfuma teu dormir! Quem dos sonhos te acordasse, Que num beijo t’embalasse Desmaiada no sentir! Quem te amasse! e um momento Respirando o teu alento Recendesse os lábios seus! Quem lera, divina e bela, Teu romance de donzela Cheio de amor e de Deus!

Por Álvares de Azevedo

Se a luz do sol não pára de brilhar Se ainda existe noite e luar O mal não pode superar Quem tem fé pra rezar diz amém E ver que todo mundo é capaz De ter um mundo só de amor e paz Quando faz só o bem

Por Arlindo Cruz

O que nos redime como seres humanos e nos restaura à nossa humanidade é a solicitude por aqueles que amamos.

Por Bruno Bettelheim

Gênesis, GN, 36:42, Quenaz, Temã, Mibzar,

Por Gênesis, Antigo Testamento