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"Nos tempos antigos, a mulher era calma, submissa, pacífica e retraída; mas seria tudo isso por ter mais bom senso, mais felicidade e menos ambição? Não me parece. O motivo devia ser outro; o motivo devia de estar na atmosfera que a envolvia e em que não existia nenhum elemento agitador. Não somos nós que mudamos os dias, são os dias que nos mudam a nós. Tudo se transforma, tudo acaba, tudo recomeça, criado pelo mesmo princípio, destinado para o mesmo fim. Nascemos, morremos e no intervalo de uma outra ação, vivemos a vida que nosso tempo nos impõe. O que ele impõe hodiernamente à mulher é o desprendimento dos preconceitos, a luta, sempre dolorosa, pela existência, o assalto às culminâncias em que os homens dominam e de onde a repelem. Mas, seja qual for a guerra que lhe façam, o feminismo vencerá, por que não nasceu da vaidade, mas da necessidade que obriga a triunfar."
Por Júlia Lopes de AlmeidaO beijo, amigo, é a véspera do escarro, A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Por Augusto dos AnjosA Garota que eu amo A garota que eu amo é como um sonho em dia de verão, capaz de fazer resplandecer o Sol em céu de tempestade com um simples olhar seu. A garota que eu amo fala tudo ao contrário, vive rindo à toa e gosta de ouvir mil vezes a mesma coisa A garota que eu amo é sincera, humilde e companheira e às vezes se chateia se eu não fico com ela até não mais poder A garota que eu amo tem um jeito todo especial de encantar, maravilhar e de ser A garota que eu amo não me ama mas eu à amarei sempre Eternamente...
Por Augusto BrancoMateus, MT, 24:46, <J>Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoNa verdade, não temos saudades, é a saudade que nos tem, que faz de nós o seu objecto. Imersos nela, tornamo-nos outros. Todo o nosso ser ancorado no presente fica, de súbito, ausente.
Por Eduardo Lourençoàs vezes não há mais volta para onde estávamos para o que éramos podemos parar numa estação e fechar os olhos para a fresta que se abriu e optar por não embarcar no trem que passa e nos abre as portas maiores a cada dez minutos podemos meditar e ter empatia pela Terra (planeta perdido no espaço acidente nascido de um erro) podemos querer voltar mas a ferrugem tomou os trilhos da velha estrada às vezes não há mais volta e não há mãos e verdades nos acenando desse caminho novo poucos são os olhares que nos encorajam a adentrar o desconhecido e já com a alma cansada de velha temos que ainda entender que somos precursores desbravadores temos que escolher acordar (como cegos que mergulham na escuridão) mesmo que a maioria esteja dormindo
Por Clara Baccarin