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Triste mundo, que veste quem está vestido e despe quem está nu.

Por Calderón de la Barca

Gosto de costeletas de porco e presunto da roça, batatas em creme, coisas assim. Gosto de molho caipira, que é feito de presunto, bacon, coisas assim. É a gordura na qual você frita as coisas. Como Muito Jell-O (gelatina) de frutas.

Por Elvis Presley

Mas o amor era o inimigo dos mortais. Era a única coisa capaz de tornar o restante de seus anos intoleráveis - provar da felicidade e saber que ela lhe seria a

Por Julia Quinn

Levítico, LV, 2:4, - Quando você trouxer oferta de cereais, assada no forno, será de bolos sem fermento feitos com a melhor farinha, amassados com azeite e pãezinhos bem finos, sem fermento e untados com azeite.

Por Levítico, Antigo Testamento

I Reis, 1RS, 1:2, Então os seus servos lhe disseram: - Que se procure para o rei, nosso senhor, uma jovem donzela, que esteja diante do rei e tenha cuidado dele, e durma nos seus braços, para que o rei, nosso senhor, se aqueça.

Por I Reis, Antigo Testamento

Lucas, LC, 2:12, E isto servirá a vocês de sinal: vocês encontrarão uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura.

Por Lucas, Novo Testamento

O AMOR é substancia criadora e mantenedora do Universo, constituído por essênia divina. É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte. Mais se agiganta, na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia. Nunca perece, porque não entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida. Assim como o ar é indispensável para a existênia orgânica, o AMOR é o oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver. É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas. Quando aparente - de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato - se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustação. Quando real, estruturado e maduro - que espera, estimula, renova - não se satura, é sempre novo, ideal, hamrônio, sem altibaixos emocionais. Une as pessoas, porque reune as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimentando o corpo e dulcificando o eu profundo. O prazer legítimo decorre do AMOR pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante. O estado de prazer difere daquele de plenitude, em razão de o primeiro ser fulgaz, enquanto o segundo é permanente, mesmo que sob a injunção de relativas aflições e problemas-desafios que podem e dever ser vencidos. Somente o AMOR real consegue distingui-los e os pode unir quando se apresenem esporádicos. A ambição, a posse, a inquietação geradora de insegurança - ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobrança de carinhos e atenções - a necessidade de ser amado, caracterizam o estagio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado. A confiança, suave-doce e tranquila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não posse, a não dependência, não exigênia, são benesses do AMOR pleno, pacificador, imorredouro. Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, se alterem as manifestações da afetitividade do ser amado, o AMOR permanece libertador, confiante, indestrutivel. Nunca se impõe porque é espontaneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de jubilos e paz. Expande-se como um perfume que impregna, agradavel, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado... O AMOR não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre porque vive no intimo do ser e não das gratificações que o amado oferece. O AMOR DEVE SER SEMPRE O PONTO DE PARTIDA DE TODAS AS ASPIRAÇÕES E A ETAPA FINAL DE TODOS OS ANELOS HUMANOS

Por Joanna de Ângelis

Em primeiro lugar é o universo que deve ser interrogado sobre o homem e não o homem sobre o universo.

Por André Breton

Mateus, MT, 18:27, <J>E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Ezequiel, EZ, 1:5, Do meio disso saía algo semelhante a quatro seres viventes, cuja aparência era esta: tinham a semelhança de ser humano.

Por Ezequiel, Antigo Testamento