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I Samuel, 1SM, 30:27, Ele enviou esse presente aos anciãos de Betel, de Ramote do Neguebe, de Jatir,
Por I Samuel, Antigo TestamentoA infância deixou marcas com as quais eu não sei o que fazer. Nos dias tranquilos, digo a mim mesmo que é dela que eu tiro minha força e minha sensibilidade. Quando encaro o fundo da garrafa vazia, vejo nela a causa de minha incapacidade de me adaptar ao mundo.
Por Gaël Faye#Embora #queira #minha #alma... Tomar o tédio... Ao meu jardim... Em doce labor... Retorno... De pequena semente... À mãe terra lançada... Cuido com esmero... A flor desabrochada... Raízes deitando na terra... Ramos que se abraçam... Flores que sobem aos céus... Perfumes variados... Pequeno mundo por mim criado... Que por Deus é abençoado... Anjos caminham pelo pátio... Sempre é uma grande satisfação... Visitantes receber... Abrir com sorriso o portão... Para quem traz a paz no coração... Mundo encantado... No coração da cidade... Junto às pedras azuis... E ao seresteiro que canta a saudade... Em madrugada a dama da noite... Que no céu bela e fria vagueia... Arrasta junto a si as estrelas... E minha casa...e flores...prateia... E tão longe o violão chora... Em suave melodia... Quando vem a aurora... Tímidos raios de sol lançados... Acorda o preguiçoso sereno... Buscando o horizonte... Pássaros voam com seus trinados... E assim seguem os dias... Em minutos e horas presentes... Aguardando a chegada... Aguardando todos que vem a #Conservatória... Ouvir a serenata... Sandro Paschoal Nogueira — em Conservatória, Rio De Janeiro, Brazil.
Por Sandro Paschoal NogueiraO pobre prefere um copo de vinho a um pão, porque o estômago da miséria necessita mais de ilusões que de alimento.
Por Georges BernanosO poeta faz-se vidente através de um longo, imenso e sensato desregramento de todos os sentidos.
Por Arthur RimbaudMateus, MT, 12:44, <J>Por isso, diz: ´Voltarei para a minha casa, de onde saí.` E, voltando, ele a encontra vazia, varrida e arrumada.</J>
Por Mateus, Novo TestamentoFilipe II tinha um colar de oiro tinha um colar de oiro com pedras rubis. Cingia a cintura com cinto de coiro, com fivela de oiro, olho de perdiz Comia num prato de prata lavrada girafa trufada, rissóis de serpente. O copo era um gomo que em flor desabrocha, de cristal de rocha do mais transparente. Andava nas salas forradas de Arrás, com panos por cima, pela frente e por trás. Tapetes flamengos, combates de galos, alões e podengos, falcões e cavalos. Dormia na cama de prata maciça com dossel de lhama de franja roliça. Na mesa do canto vermelho damasco a tíbia de um santo guardada num frasco. Foi dono da terra, foi senhor do mundo, nada lhe faltava, Filipe Segundo. Tinha oiro e prata, pedras nunca vistas, safira, topázios, rubis, ametistas. Tinha tudo, tudo sem peso nem conta, bragas de veludo, peliças de lontra. Um homem tão grande tem tudo o que quer. O que ele não tinha era um fecho éclair.
Por António Gedeão