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Nunca choraremos bastante termos querido ser belas à viva força eu quis ser bela e julguei que para ser bela bastava usar canudos pedi para me fazerem canudos com um ferro de frisar e papelotes puxaram-me muito pelos cabelos eu gritei disseram-me para ser bela é preciso sofrer depois o cabelo queimou-se não voltou a crescer tive de passar a andar com uma peruca para ser bela é preciso sofrer mas sofrer não nos faz forçosamente belas um sofrimento não implica como consequência uma recompensa
Por Adília LopesA evolução consciente começa assim que tomamos a resposabilidade de remover nossas próprias barreiras.
Por Dan Millman“O espírito – isto é, não somente o intelecto, mas também o coração – por ocupar-se continuamente com Deus, está com Ele familiarizado; conhece-O e ama-O. Esse conhecimento e amor fazem parte de seu ser, como o relacionamento de duas pessoas que convivem há longo tempo intimamente familiarizadas. Tais pessoas não precisam mais de informações sobre a outra pessoa para se conhecerem mutuamente e convencerem-se de sua amabilidade. Quase não precisam trocar palavras. Cada nova convivência, no entanto, traz para elas novo despertar e um crescimento mais profundo de alguns traços novos. Mas isto acontece automaticamente, não precisando de maior esforço. Assim também é a convivência de uma alma com Deus, depois de longo exercício na vida espiritual. Ela não precisa mais meditar, para conhecer a Deus e aprender a amá-Lo. O caminho já está atrás dela, pois ela repousa nEle. Assim que ela começa a orar, está em Deus e permanece, pela entrega amorosa, em sua presença. O silêncio da mesma Lhe agrada mais do que muitas palavras”.
Por Edith SteinDos grandes silêncios, daqueles que obrigam as criaturas a uma integralização perfeita consigo mesma, é que surge todo o maravilhoso da existência.
Por Antonieta de BarrosSalmos, SL, 104:35, Desapareçam da terra os pecadores, e que os perversos deixem de existir. Bendiga, minha alma, o Senhor! Aleluia!
Por Salmos, Antigo TestamentoO amor dos animais contém muito da desaprovação pelos seres humanos e é próprio dum melindroso estado de revolta que não encontrou a sua linguagem.
Por Agustina Bessa-Luís