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⁠Não sei se é saudade ou gasolina Que me traz pra longe e faz voltar Tudo que essa estrada nos ensina Força e coragem pra cantar

Por Cao Laru

Na noite escura, você brilha ainda mais Seus olhos me dizem tudo Eu quero você nessa maravilhosa noite Eu sei, está tudo bem, vamos começar agora

Por EXO

Jó, JÓ, 22:9, Você despediu as viúvas de mãos vazias, e os braços dos órfãos foram quebrados.

Por Jó, Antigo Testamento

⁠Então ele descobriu que as rotinas eram cruciais. Elas eram como bóias nas quais ele podia se segurar para se manter à tona.

Por Clare Pooley

I Samuel, 1SM, 20:31, Pois, enquanto o filho de Jessé viver sobre a terra, nem você estará seguro, nem seguro estará o seu reino. Por isso, mande buscá-lo, agora, porque deve morrer.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Uma das coisas mais perigosas da vida é gente que concorda com você o tempo todo.

Por Mario Sergio Cortella

O que chamam de “amor livre” pode ser um machismo disfarçado: Dizem por aí que amor livre é quebrar os moralismos, ser dona de si, não se prender a nada e a ninguém. Mas eu acho que nisso tudo há alguns poréns. Se por um lado tantas crenças do passado faziam a mulher ter o corpo fechado, nessa nossa liberdade anunciada de agora, em que a gente se abre totalmente, não se cuidar, se proteger, se conhecer e se amar, torna esse outro extremo da realidade tão ruim quanto antes. Pode ser que viver o amor livre seja uma forma mais moderna de exercitar o machismo e tornar o corpo da mulher ainda mais território público, já pensou nisso? Por mais que a gente saiba o que quer, do que gosta. Por mais que a gente veja e tenha consciência. Para se cuidar, se respeitar e realmente ser livre, é preciso uma observação profunda, é preciso encarar medos e quebrar mitos. É preciso primeiro viver por dentro a mudança e depois estar (diferente) no mundo. Não adianta sair de nariz empinado, mostrar segurança nos passos, soltar o corpo e a mente, se no dia seguinte a gente chora sozinha, a gente espera a mensagem que não chega, a gente quer um carinho, a gente se torna possessiva, competitiva, insegura… E eu não estou defendendo a síndrome de princesa e muito menos querendo voltar no tempo! Eu acho que a gente tem que ser o que bem queira: rainha, gatinha, tigresa… Mas desde que a gente se conheça. Porque me parece que ainda hoje, entre tantas mulheres que se dizem evoluídas, soltas e livres, a briga é competitiva e é pela conquista do troféu fálico. E, na minha opinião, deveria ser bem o contrário. Se fosse liberdade mesmo isso que a gente vive, as pessoas estariam sorrindo, se amando, se curtindo, se respeitando mais do que se machucando. As mulheres podem ter conquistado muita coisa, mas a gente ainda busca ser amada, respeitada e livre. Ainda é tão forte essa luta. Tanto faz se poderosa ou fracassada, sozinha ou acompanhada. Ao invés da gente alimentar nossas carências, nos abrindo para qualquer mané ou cara e não receber nem um terço do que a gente precisava, é melhor encarar a empreitada de curtir a nós mesmas acima de tudo e valorizar o nosso profundo. Que a gente perceba que liberdade mesmo é despir-se de corpo e alma, e que se for só pela metade não vale a pena, não vale a noitada, não toca a nossa verdade e o voo se torna raso, é uma prisão disfarçada… Então, que só entre na gente (na alma, no corpo, no espírito) o que fizer sentido, o amor que nutre, a liberdade que alivia.

Por Clara Baccarin

Não é o trabalho que acaba com a pessoa, mas as preocupações.

Por Henry Ward Beecher

João, JO, 17:4, <J>Eu te glorifiquei na terra, realizando a obra que me deste para fazer.</J>

Por João, Novo Testamento

Uma obra em que há teorias é como um objecto no qual se deixa a etiqueta do preço.

Por Marcel Proust