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Ele vive no passado quando o presente está em ruínas? Isso é apenas o que os covardes fazem.

Por Hometown Cha-Cha-Cha (série)

Marcos, MC, 7:13, <J>invalidando a palavra de Deus por meio da tradição que vocês mesmos passam de pai para filho. E fazem muitas outras coisas semelhantes.</J>

Por Marcos, Novo Testamento

Entre palavras e promessas sinto falta da época em que a verdade era sincera. Um olhar valia mais que ouro. Quando uma história era real você podia realmente acreditar.

Por Di Ferrero

Êxodo, EX, 25:37, - Faça também as sete lâmpadas do candelabro, as quais se acenderão para iluminar o espaço diante dele.

Por Êxodo, Antigo Testamento

A economia é extremamente útil como forma de emprego para os economistas.

Por John Galbraith

Nascida em bairro nobre, seu cupido é uma favela.

Por Hungria Hip Hop

À mesa Cedo à sofreguidão do estômago. É a hora De comer. Coisa hedionda! Corro. E agora, Antegozando a ensangüentada presa, Rodeado pelas moscas repugnantes, Para comer meus próprios semelhantes Eis-me sentado à mesa! Como porções de carne morta... Ai! Como Os que, como eu, têm carne, com este assomo Que a espécie humana em comer carne tem!... Como! E pois que a Razão me não reprime, Possa a terra vingar-se do meu crime Comendo-me também.

Por Augusto dos Anjos

Aquele clichê quando é pra ser não tem como evitar O riso é melhor em par

Por Clara x Sofia

Gênesis, GN, 31:9, Assim, Deus tirou o gado do pai de vocês e o deu a mim.

Por Gênesis, Antigo Testamento

⁠Never More I Não te perdoo, não, meus tristes olhos Não mais hei de fitar nos teus, sorrindo: Jamais minh’alma sobre um mar de escolhos Há de chamar por ti no anseio infindo. Jamais, jamais, nos delicados folhos Do coração como n’um ramo lindo, Há de cantar teu nome entre os abrolhos A ária gentil de meu sonhar já findo. Não te perdoo, não! E em tardes claras, Cheias de sonhos e delícias raras, Quando eu passar à hora do Sol posto: Não rias para mim que sofro e penso, Deixa-me só neste deserto imenso... Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! II Ah! se eu pudesse nunca ver teu rosto! E nem sequer o som de tua fala Ouvir de manso à hora do Sol posto Quando a Tristeza já do Céu resvala! Talvez assim o fúnebre desgosto Que eternamente a alma me avassala Se transformasse n’um luar de Agosto, Sonho perene que a Ventura embala. Talvez o riso me voltasse à boca E se extinguisse essa amargura louca De tanta dor que a minha vida junca… E, então, os dias de prazer voltassem E nunca mais os olhos meus chorassem... Ah! se eu pudesse nunca ver-te, nunca!

Por Auta de Souza