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Aprendi a ler as pessoas, conhecer suas índoles, seus interiores, dependendo da maneira com a qual me olhavam, se relacionavam comigo, e se viam a si mesmas, a partir do olhar sobre a minha pessoa.
Por José Luiz TejonBasta lembrar que, em geral, na Universidade não vige a regra de que a ausência corresponde a uma falta, pois, se o professor deixou de dar aula, foi porque foi chamado por missões ainda mais sublimes A UNIVERSIDADE EM RITMO DE BARBÁRIE
Por José Arthur GiannottiSou eu, eu mesmo, tal qual resultei de tudo, Espécie de acessório ou sobressalente próprio, Arredores irregulares da minha emoção sincera, Sou eu aqui em mim, sou eu. Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou. Quanto quis, quanto não quis, tudo isso me forma. Quanto amei ou deixei de amar é a mesma saudade em mim. E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco inconseqüente, Como de um sonho formado sobre realidades mistas, De me ter deixado, a mim, num banco de carro elétrico, Para ser encontrado pelo acaso de quem se lhe ir sentar em cima. E, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco longínqua, Como de um sonho que se quer lembrar na penumbra a que se acorda, De haver melhor em mim do que eu. Sim, ao mesmo tempo, a impressão, um pouco dolorosa, Como de um acordar sem sonhos para um dia de muitos credores, De haver falhado tudo como tropeçar no capacho, De haver embrulhado tudo como a mala sem as escovas, De haver substituído qualquer coisa a mim algures na vida. Baste! É a impressão um tanto ou quanto metafísica, Como o sol pela última vez sobre a janela da casa a abandonar, De que mais vale ser criança que querer compreender o mundo — A impressão de pão com manteiga e brinquedos De um grande sossego sem Jardins de Prosérpina, De uma boa-vontade para com a vida encostada de testa à janela, Num ver chover com som lá fora E não as lágrimas mortas de custar a engolir. Baste, sim baste! Sou eu mesmo, o trocado, O emissário sem carta nem credenciais, O palhaço sem riso, o bobo com o grande fato de outro, A quem tinem as campainhas da cabeça Como chocalhos pequenos de uma servidão em cima. Sou eu mesmo, a charada sincopada Que ninguém da roda decifra nos serões de província. Sou eu mesmo, que remédio! ...
Por Álvaro de CamposIsaías, IS, 66:17, O Senhor diz: - Os que se santificam e se purificam para entrarem nos jardins após a deusa que está no meio, que comem carne de porco, coisas abomináveis e ratos serão todos destruídos ao mesmo tempo.
Por Isaías, Antigo TestamentoIsaías, IS, 22:7, Os seus formosos vales se encheram de carros de guerra, e os cavaleiros se posicionaram junto ao portão.
Por Isaías, Antigo Testamento