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⁠Eu nunca vi você olhar para alguém ou para alguma coisa do jeito que olha para ela. E você vai jogar tudo isso fora por uma besteira? Porque você está com medo de viver algo real?

Por Jasmine Guillory

Quando vejo uma pessoa vangloriando-se do que tem, arrogante, prepotente, cheia de si e diminuindo as outras pessoas, eu me lembro de imediato da frase: “Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.”

Por Janice F. Rocha

⁠Pense nas pessoas como pessoas, não como problemas que precisam ser resolvidos.

Por Hank Green

Às vezes um rei precisa fazer coisas horríveis para proteger aqueles que jurou cuidar. Quando os riscos são muito altos, decisões terríveis precisam ser tomadas. É a responsabilidade de um rei carregar esse fardo, essa culpa.

Por Como treinar o seu dragão

II Samuel, 2SM, 18:11, Então Joabe disse ao homem que lhe trouxe a notícia: - O quê?! Você o viu? E por que não o abateu ali mesmo, derrubando-o por terra? Eu teria dado a você dez moedas de prata e um cinto.

Por II Samuel, Antigo Testamento

Um coração pode ser partido, mas continua batendo do mesmo jeito.

Por Fannie Flagg

Bem, quando nos reunimos, éramos pessoas diferentes do que somos agora.

Por Jumanji: Próxima Fase

As armas são para dizer que lutamos, e as rosas para dizer que vencemos.

Por Axl Rose

Qualquer pessoa pode ser atraente, se não se incomoda em fingir e dizer todas as coisas idiotas, óbvias e nauseantes que a consciência impede que a maioria diga. Felizmente, eu não tenho consciência. Por isso, digo tudo.

Por Jeff Lindsay

Amar Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar? Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o mar traz à praia, e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia? Amar solenemente as palmas do deserto, o que é entrega ou adoração expectante, e amar o inóspito, o áspero, um vaso sem flor, um chão de ferro, e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina. Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e na concha vazia do amor a procura medrosa, paciente, de mais e mais amor. Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.

Por Carlos Drummond de Andrade