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Pela marca que nos deixa A ausência de som que emana das estrelas Pela falta que nos faz A nossa própria luz a nos orientar Doido corpo que se move É a solidão nos bares que a gente frequenta Pela mágica do dia Que independeria da gente pensar Não me fale do seu medo Eu conheço inteira sua fantasia E é como se fosse pouca E a tua alegria não fosse bastar Quando eu não estiver por perto Canta aquela música que a gente ria É tudo que eu cantaria E quando eu for embora você cantará

Por Oswaldo Montenegro

A CRÕNICA é um gênero de entretenimento. O romancista, o poeta e o contista não precisam e é bom que não precisem entreter o leitor. O cronista é um cara que aparece no século 19, com a imprensa, e a crônica surge para amaciar o jornal. Uma espécie de recreio do jornal, em que o leitor está lendo sobre absurdos, dá uma respirada. É uma brisa no jornal. Então, tenho essa consciência de que meu papel ali é de entreter o leitor. Entretenimento é visto, geralmente, com preconceito. Como se o entretenimento fosse inimigo da reflexão e da profundidade. Eu discordo. Você pode entreter pelo humor, pela comédia, pelo lirismo. Nosso maior cronista, Rubem Braga, não é um cronista que tinha o humor como sua principal característica. Ele era, principalmente, lírico. Muitas vezes, a crônica dele é triste e nos deixa tristes, mas a tristeza pode ser, de certa forma, uma maneira de entretenimento. Uma certa melancolia é uma maneira de saborear a vida e encará-la. Tenho isso em vista quando escrevo crônicas: chegar até meu público e tentar falar alguma coisa que seja prazerosa.

Por Antonio Prata

A gente começou a conversar e nunca mais parou.

Por Daisy Jones and The Six

Talvez haja algum instinto secreto nos livros que os leve a seus leitores perfeitos. Se isso fosse verdade, seria encantador.

Por A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata

Caça à palavra repleta, minha alma espreita atrás do estrume do mundo: de onde vêm os versos, que face ocultam entre o amor e a morte? às vezes os sons são os mesmos, as texturas, o tempo, o mesmo homem a revolver-me as veias onde se lacram as vãs repetições, que noite veste o poema? o sol nos vasos de crisântemos, ecos de um triste país, largos horizontes onde meu pai passeia verbos nem sempre sublimes. tudo é memória, sirenes ligadas. a infância sempre ontem, mas aqui. todo verso sugere uma serpente oferecida. que na minha caça à palavra (que face ocultam o amor e a morte?) não haja qualquer vislumbre de repouso.

Por Ledusha Spinardi

Se você está prestes a fazer alguma coisa e quer saber se é má ideia, imagine-a impressa no jornal para o mundo todo ver.

Por Gillian Flynn

É a natureza, e a vantagem, das pessoas fortes levantarem as questões cruciais e formar uma opinião clara sobre elas. Os fracos sempre têm que decidir entre alternativas que não são suas.

Por Dietrich Bonhoeffer

Se as armas e fórmulas não funcionam quando a gente usa o máximo delas, então significa que a gente vai ter passado nossos próprios limites se conseguirmos meter uns gols neles, não é?!

Por Blue Lock

Gênesis, GN, 46:33, Quando, pois, Faraó mandar chamá-los e perguntar: ´Qual é o trabalho de vocês?`,

Por Gênesis, Antigo Testamento

Êxodo, EX, 29:41, O outro cordeiro você oferecerá ao pôr do sol, como a oferta de cereais e a libação da manhã, de aroma agradável, oferta queimada ao Senhor.

Por Êxodo, Antigo Testamento