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"Surgiu uma estrelinha em mim... Uma estrelinha que começou a brilhar dentro de mim sem eu perceber... Ela estava bem aqui... Tão perto e eu não vi... E antes mesmo que eu a percebesse, ela foi se apagando e se apagando, até não ter mais brilho... E assim se foi..."

Por Nilza Rodrigues

Os Três Mal-Amados O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome. O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos. O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina. O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos. Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina. O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água. O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome. O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel. O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso. O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala. O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.

Por João Cabral de Melo Neto

Isaías, IS, 64:1, Ah! Se fendesses os céus e descesses! Se os montes tremessem na tua presença,

Por Isaías, Antigo Testamento

Números, NM, 3:7, e cumpram seus deveres para com ele e para com todo o povo, diante da tenda do encontro, para ministrarem no tabernáculo.

Por Números, Antigo Testamento

II Coríntios, 2CO, 4:10, Levamos sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a vida dele se manifeste em nosso corpo.

Por II Coríntios, Novo Testamento

ANIMAIS Você se esquece de como nós éramos antes quando ainda éramos de primeira classe e o dia veio gordo com uma maçã na boca de nada adianta preocupar com o Tempo mas nós tínhamos alguns truques nas mangas e fizemos umas curvas fechadas todos os pastos pareciam nossas refeições não precisávamos de velocímetros de gelo e água nós fazíamos coquetéis Eu não iria querer que fosse mais rápido ou verde que agora se você estivesse comigo Ó você foi o melhor de todos os meus dias

Por Frank O'Hara

Eu preciso criá-lo. Um mundo onde todos se respeitam e riem uns com os outros! Como posso estar errado em querer um mundo assim?

Por Black Clover: A Espada do Rei Mago

Eu vou usar o poder da ciência para salvar para todo mundo.

Por Dr. Stone

⁠[Insanidade] é a repetição da mesma ação esperando resultados diferentes.

Por John Larroquette

II Crônicas, 2CR, 31:2, Ezequias estabeleceu os turnos dos sacerdotes e dos levitas, turno após turno, segundo o seu serviço: para os holocaustos e as ofertas pacíficas, para ministrarem e cantarem junto às portas dos arraiais do Senhor.

Por II Crônicas, Antigo Testamento