Veja outros textos inspiradores!

A história da Páscoa é a história da maravilhosa janela de surpresa divina de Deus.

Por Carl Knudsen

O mundo é uma selva de humanos famintos por poder, para sobrevivermos teremos que enfrentar um tigre todos os dias. Não é moleza não! Antonia Diniz

Por Antonia diniz

“Mesmo o mais romântico dos homens está longe de conseguir tratar a mulher como ela deve ser tratada.”

Por Wallace Avlys

I Reis, 1RS, 1:14, - Eis que, enquanto você ainda estiver falando com o rei, eu também entrarei depois de você e confirmarei as suas palavras.

Por I Reis, Antigo Testamento

Todo mundo quer viver em cima da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpada.

Por Gabriel García Márquez

Jó, JÓ, 19:8, Deus fechou o meu caminho, e não consigo passar; e nas minhas veredas pôs trevas.

Por Jó, Antigo Testamento

Zé doidinho Aconteceu no Maranhão, Com um tal Zé doidinho, Homem inteligente e sábio; E também espertinho. Conhecidos nos bares e cabaré da solidade Por ter morado com duas irmãs gêmeas: Embriagues e sobriedade. Morando com embriagues, Zé doidinho não tinha paz nem sossego, Eram criticas de todos os lados; E não parava no emprego. Dormia pouco e enchia o saco, A vida era agonia e desapego; Os crentes diziam, sai diabo! Destruindo ainda mais o seu ego. Um dia sem explicação, O Zé deixou embriagues; Foi morar com a cunhada Que morava próxima a Inês Por ser ela mais alinhada E usar perfume Francês. A noticia correu rápido Sendo o caso do mês. Tudo parecia um sonho, Os primeiros dias com sobriedade, A terra parecia o céu; Era maior felicidade. E a todos ele dizia, Eu amo a sobriedade! E nunca mais a deixarei; Até a eternidade. Este fato aconteceu, Meu caro leitor, Na ilha mais bela do mundo; São Luis ilha do amor. Terra de poetas filósofo e escritor. Ferreira Gullar, Humberto, Josué Montello... Volta ao meu Maranhão E o que mais anelo.

Por Guilherme-Guilherme

Você sabe qual é o problema com todo mundo? Eles só querem ouvir aquilo em que acreditam. Nunca ninguém quer ouvir a verdade.

Por BoJack Horseman

Trova do vento que passa Pergunto ao vento que passa notícias do meu país e o vento cala a desgraça o vento nada me diz. Pergunto aos rios que levam tanto sonho à flor das águas e os rios não me sossegam levam sonhos deixam mágoas. Levam sonhos deixam mágoas ai rios do meu país minha pátria à flor das águas para onde vais? Ninguém diz. Se o verde trevo desfolhas pede notícias e diz ao trevo de quatro folhas que morro por meu país. Pergunto à gente que passa por que vai de olhos no chão. Silêncio -- é tudo o que tem quem vive na servidão. Vi florir os verdes ramos direitos e ao céu voltados. E a quem gosta de ter amos vi sempre os ombros curvados. E o vento não me diz nada ninguém diz nada de novo. Vi minha pátria pregada nos braços em cruz do povo. Vi minha pátria na margem dos rios que vão pró mar como quem ama a viagem mas tem sempre de ficar. Vi navios a partir (minha pátria à flor das águas) vi minha pátria florir (verdes folhas verdes mágoas). Há quem te queira ignorada e fale pátria em teu nome. Eu vi-te crucificada nos braços negros da fome. E o vento não me diz nada só o silêncio persiste. Vi minha pátria parada à beira de um rio triste. Ninguém diz nada de novo se notícias vou pedindo nas mãos vazias do povo vi minha pátria florindo. E a noite cresce por dentro dos homens do meu país. Peço notícias ao vento e o vento nada me diz. Quatro folhas tem o trevo liberdade quatro sílabas. Não sabem ler é verdade aqueles pra quem eu escrevo. Mas há sempre uma candeia dentro da própria desgraça há sempre alguém que semeia canções no vento que passa. Mesmo na noite mais triste em tempo de servidão há sempre alguém que resiste há sempre alguém que diz não.

Por Manuel Alegre

A vida é como um espelho. Quando sorrimos para ela, ela sorri para nós.

Por Ditado Popular