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Isaías, IS, 48:18, Ah! Se você tivesse dado ouvidos aos meus mandamentos! Então a sua paz seria como um rio, e a sua justiça, como as ondas do mar.
Por Isaías, Antigo TestamentoPodemos crescer enquanto nos protegemos, mas nos desenvolvemos especialmente quando paramos de fazê-lo, porque o verdadeiro crescimento ocorre quando todos enfrentam o que temem ou o que pensam que não têm.
Por Joan GarrigaSe eu não consigo estender a mão ao meu irmão Aonde está Deus? Se eu não consigo fazer o bem sem olhar a quem Aonde está Deus? Se eu não consigo nem perdoar quem me ofendeu Aonde está Deus? Está lá fora e a alma chora
Por Eli SoaresVocê sabe qual é o seu problema Alan? Deus me dá limões e eu faço limonada. Ele te dá limões, você chupa!
Por Charlie HarperA verdadeira habilidade de estar à vontade com outra pessoa é a habilidade de compartilhar o silêncio
Por Frank TygerLembranças Ontem quando acordei me lembrei de você. Não me pergunte o motivo porque ele não existe, ainda não o inventei. Voltei à última vez que e meus olhos conseguiram te seguir, mas subitamente me lembrei do momento em que você sumiu de minha vista. Perdi a vontade de levantar, fechei novamente meus olhos e tentei voltar a dormir, pelo menos você estava perto de mim, em meu sonho. Mas não é sempre que consigo continuar os meus sonhos, e como estou falando de você isso parecer se tornar impossível. Respirei fundo e me levantei. Abri meu guarda-roupa, seu perfume. Percebi então que não foi só em minhas lembranças que você ficou. Ainda conseguia sentir o seu perfume na madeira, e aquilo não foi muito legal. Sua letra estava em minha parede, no meu espelho, na minha agenda, na minha pele... em meu coração. Suas promessas ainda mantinham a minha esperança viva, mas ela morre a cada dia, a cada tarde cinza, a cada noite sem estrelas, a cada vez que demoro a dormir... Seu fantasma ainda me assombra.
Por Bruna VieiraProvérbios, PV, 26:19, assim é aquele que engana o seu próximo e diz: ´Fiz isso por brincadeira.`
Por Provérbios, Antigo TestamentoAqueles no pátio eram o refugo que não conheciam. Os enjeitados, os malucos, os enfermos, os caducos, os chaguentos, os mutilados, os senis, os alcoólatras, os débeis, os pobres, os analfabetos, os mendigos, os aleijados largados à própria sorte. Os sobrinhos, avós, pais, tios esquecidos em sanatórios e hospitais, enxotados de casa ou recolhidos sob marquises, sob pontes, em becos, lixeiras, praças, em jardins e calçadas, em beiras de estradas do país que se industrializava, se agigantava, se modernizava. A nação da América do Sul das repúblicas de bananas que navegava para fora do Terceiro Mundo fabricando tornos e automóveis, caminhões, tratores, geladeiras, lâmpadas, liquidificadores, televisores, aparelhos de som, sapatos, refrigerantes e máquinas de lavar, o país que fora capaz de crescer cinquenta anos em apenas cinco de total democracia, e que não tinha mais lugar para aqueles homens.
Por Edney Silvestre