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Mateus, MT, 19:14, Jesus, porém, disse: <J> - Deixem os pequeninos e não os impeçam de vir a mim, porque dos tais é o Reino dos Céus.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Não fiquei tão gravemente ferido. O médico disse que a hemorragia era interna. É onde o sangue deve ficar.

Por Brooklyn Nine-Nine

⁠A mania igualitária dos demagogos é ainda mais perigosa do que a brutalidade dos homens de casacos galões.

Por Ernst Jünger

⁠Você diz meu nome como um amante, tão suave, tão doce.

Por Elizabeth Hoyt

A palavra sábia é aquela que, dita a uma criança, é sempre compreendida sem a necessidade de explicações.

Por Miguel Unamuno

As humilhações que passamos serve para: 1- Reconhecer o outro 2- Nos reconhecer 3- Nos anular 4- Nos preparar 5- Ser exaltada. DEUS nunca irá exaltar o exaltado! Ele sempre exaltará o humilhado.

Por Marcilene Dumont MULHERES RESILIENTES

Só quando já não se tiver finalidades na vida é que se é realmente livre.

Por Erich Remarque

Muitas pessoas estragam a vida com a imaginação da infelicidade que as ameaça.

Por André Maurois

Por um lado, eu acredito em fantasmas, mas eles são criados por nós. Nós nos assombramos, e às vezes somos tão bons nisso que perdemos a noção da realidade.

Por Laurie Halse Anderson

O que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador. Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"

Por Erich Fromm