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Jó, JÓ, 19:6, então saibam que Deus foi injusto comigo e me cercou com a sua rede.`
Por Jó, Antigo TestamentoLutar com palavras é a tuta mais vã. Entanto lutamos mal rompe a manhã. [...] Palavra,palavra (digo exasperado), se me desafias, aceito o combate.
Por Carlos Drummond de AndradeII Tessalonicenses, 2TS, 3:18, A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos vocês.
Por II Tessalonicenses, Novo TestamentoAquilo que não nos mata... Tem que se levantar bem cedo se quiser nos pegar da próxima vez.
Por Ben AaronovitchJeremias, JR, 9:21, Porque a morte subiu pelas nossas janelas e entrou em nossos palácios; exterminou as crianças nas ruas e os jovens nas praças.
Por Jeremias, Antigo TestamentoJoão, JO, 3:1, Havia entre os fariseus um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus.
Por João, Novo TestamentoA vida inteira fazemos planos para o futuro, o que iremos ser já pensamos desde pequena, incrível como somos trabalhados para prever o amanhã ou coisa do tipo.Sabe, de uns anos para cá venho notado que o futuro é tão inseguro, não sei de mim daqui a um mês,não sei se tudo que me programei vai está de pé, claro, espero que sim , porém de amanhã só quem responde é Deus, não sou eu e nem tão pouco você que vai prever o calendário da vida.
Por Joana AngélicaRessurgir das Cinzas Sou forte, sou guerreira, tenho nas veias sangue de ancestrais. Levo a vida num ritmo de poema-canção, mesmo que haja versos assimétricos, mesmo que rabisquem, às vezes, a poesia do meu ser, mesmo assim, tenho este mantra em meu coração: “Nunca me verás caído ao chão”. Sou destemida, herança de ancestrais, não haja linha invisível entre nós meus passos e espaços estão contidos num infinito túnel, mesmo tendo na lembrança jovens e parentes que, diante da batalha deixaram a talha da vida se quebrar, mesmo tendo saudade cultivada no portão. Mesmo assim, tenho este mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão”. Sou guerreira como Luiza Mahin, Sou inteligente como Lélia Gonzáles, Sou entusiasta como Carolina de Jesus, Sou contemporânea como Firmina dos Reis Sou herança de tantas outras ancestrais. E, com isso, despertem ciúmes daqui e de lá, mesmo com seus falsos poderes tentem me aniquilar, mesmo que aos pés de Ogum coloquem espada da injustiça mesmo assim tenho este mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão”. Sou da labuta, sou de luta, herança dos ancestrais, trabalhar, trabalhar, trabalhar, mesmo que nos novos tempos irmãos seduzidos pelo sucesso vil me traiam, nos traiam como judas sob a mesa, meu ganha-pão. Mesmo que esses irmãos finjam que não nos veem, estarei ali ou onde estiver, estarei de corpo ereto, inteira, pronunciando versos e eles versando sobre o poder, mesmo assim tenho esse mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão”. Me abraço todos os dias, me beijo, me faço carinho, digo que me amo, enfim, sou vaidosa espiritual, mesmo com mágoas sedimentadas no peito, mesmo que riam da minha cara ou tirem sarro do meu jeito, mesmo assim tenho esse mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão”. Me fortaleço com os ancestrais, me fortaleço nos braços dos Erês. podem pensar que me verão caída ao chão, saibam que me levantarei não há poeiras para quem cultua seus ancestrais, mesmo estando num beco sem saída, levada por um mar de águas, mesmo que minha vida vire uma maré, vire tempestade, sei que vai passar. Porque são meus ancestrais que se reúnem num ritual secreto para me levantar. Eu darei a volta por cima e estarei em pé, coluna ereta, cheia de esperança, cheia de poesia e com muito axé por isso, desista, tenho este mantra em meu coração: “Nunca me verás caída ao chão.”
Por Esmeralda Ribeiro