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Salmos, SL, 59:11, Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; dispersa-os pelo teu poder e abate-os, ó Senhor, escudo nosso.

Por Salmos, Antigo Testamento

O mundo é um enigma, não há necessidade de compreendê-lo.

Por Dan Millman

Só aquilo que somos realmente tem o verdadeiro poder de curar-nos.

Por Carl Gustav Jung

I Samuel, 1SM, 22:1, Davi saiu daquele lugar e se refugiou na caverna de Adulão. Quando os seus irmãos e toda a casa de seu pai souberam disso, foram ficar com ele.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 12:16, Este, por causa dela, tratou bem a Abrão, o qual veio a ter ovelhas, bois, jumentos, escravos e escravas, jumentas e camelos.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 3:19, Ali está tanto o pequeno como o grande, e o servo fica livre de seu senhor.`

Por Jó, Antigo Testamento

⁠Depois de uma barriga cheia, tudo é poesia.

Por Frank McCourt

O gato chinês espera sentado pela sua vez

Por Eugénia Tabosa

Na mesma pedra se encontram, Conforme o povo traduz, Quando se nasce - uma estrela, Quando se morre - uma cruz. Mas quantos que aqui repousam Hão de emendar-nos assim: "Ponham-me a cruz no princípio... E a luz da estrela no fim!"

Por Mario Quintana

Entre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

Por Alphonsus de Guimaraens