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II Crônicas, 2CR, 11:2, Porém a palavra do Senhor veio a Semaías, homem de Deus, dizendo:

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Mateus, MT, 28:5, Mas o anjo, dirigindo-se às mulheres, disse: - Não tenham medo! Sei que vocês procuram Jesus, que foi crucificado.

Por Mateus, Novo Testamento

Cada cabeça: um mundo. Cada mundo: o incompreensível. O incompreensível: Deus!

Por Guilherme-Guilherme

I Crônicas, 1CR, 22:16, em ouro, prata, bronze e ferro, que não se pode contar. Portanto, mãos à obra, e que o Senhor esteja com você!

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Atos, AT, 9:24, mas ele ficou sabendo do plano deles. Dia e noite guardavam também os portões da cidade, para o matar.

Por Atos, Novo Testamento

⁠NOSTALGIA (num dia de chuva) Como a chuva se compõe angustiante Nublada, penosa e tão cheia de teor Que torna o céu de acinzentada cor O fôlego se ausenta por um instante O chão encharcado e tão ressonante Causa na sensação pulsação e temor Na batida da chuva, num tom maior Pingo a pingo, ela, estronda meliante Também, ermo, também, n’alma toca E a emoção relenta e, no peito sufoca Em um versejar que saudade contém Junto, pois, o meu pranto, e a agonia Chove lá fora, respingando na poesia Nostalgia, é chuvarada, nela alguém! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 19 janeiro, 2025, 14’08” – Araguari, MG

Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol

Às vezes um leão é cegado pelo sucesso. Mas não você. Porque você tem um coração de leão.

Por Encomenda para o Natal (filme)

O mundo que passava lá fora já parecia desconhecido - casas desconhecidas, estradas desconhecidas, campos desconhecidos, mesmo as árvores e o céu pareciam desconhecidos - , mais Meggie estava acostumada com isso. Ela nunca se sentiria realmente em casa

Por Coração de tinta

As pessoas tendem a colocar palavras onde faltam ideias.

Por Johann Goethe

Que passem os minutos, dias e anos... Todas as estações do tempo! Que eu viva, qual tolo, todas as ilusões pueris de sentimento... Amar-te-ei, em todas as épocas, em todo momento Que passem as águas por muitas pontes e que debruce a saudade por muitas serras e montes, amar-te-ei, como se fosse a primeira vez e única, apesar das tantas aventuras! Ainda além deste céu, nas alturas. Eternamente... Ainda que outro alguém o tenha entre lençóis confidentes, mesmo que os beijos sejam molhados e quentes, à parte, nossa alma vaga enamorada, sobre qualquer prazer da carne ou qualquer entrega fugaz. Eternas, apaixonadas Amar-te-ei, sobre qualquer dor que me pese o orgulho ferido, o despeito revolvido! Sobre qualquer punhalada em meu coração, sobre qualquer distância a nós imputada... Porque sei, amor de mim , que ainda assim... Não é pequeno o nosso comprometimento. Ah! Soubessem todos o tamanho! Pobre carne, pequeno tempo!

Por Desconhecido