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I Samuel, 1SM, 20:21, Eis que mandarei o moço e lhe direi: ´Vá, procure as flechas.` Se eu disser ao moço: ´Olhe, as flechas estão para cá de você; traga-as`, então venha, Davi, porque, tão certo como vive o Senhor, você terá paz, e nada há que temer.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Eu estou chorando por algo que nunca tive. Que ridículo.

Por 50 Tons de Cinza

Não sei como é que os meus leitores conseguem entender aquilo que eu escrevo. Depois de algum tempo, nem eu mesma sei o que queria dizer!

Por Gertrude Stein

Números, NM, 14:4, E diziam uns aos outros: - Vamos escolher um chefe e voltemos para o Egito.

Por Números, Antigo Testamento

Deuteronômio, DT, 20:12, Porém, se eles não fizerem paz com vocês, mas declararem guerra, então vocês devem sitiar a cidade.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Êxodo, EX, 34:20, Mas o jumento que for a primeira cria, esse vocês podem resgatar com um cordeiro; se vocês não o resgatarem, ele deverá ser desnucado. Vocês devem resgatar todos os primogênitos de seus filhos. Ninguém aparecerá diante de mim de mãos vazias.

Por Êxodo, Antigo Testamento

De todos os infortúnios que afligem a humanidade, o mais amargo é que temos de ter consciência de muito e controle de nada.

Por Heródoto

Partir! Nunca voltarei, Nunca voltarei porque nunca se volta. O lugar a que se volta é sempre outro, A gare a que se volta é outra. Já não está a mesma gente, nem a mesma luz, nem a mesma filosofia.

Por Álvaro de Campos

⁠O mundo está repleto de pessoas que nunca, desde a infância, encontraram uma porta aberta com a mente aberta.

Por E. B. White

Ruínas (...) Risos não tem, e em seu magoado gesto Transluz não sei que dor oculta aos olhos; — Dor que à face não vem, — medrosa e casta, Íntima e funda; — e dos cerrados cílios Se uma discreta muda Lágrima cai, não murcha a flor do rosto; Melancolia tácita e serena, Que os ecos não acorda em seus queixumes, Respira aquele rosto. A mão lhe estende O abatido poeta. Ei-los percorrem Com tardo passo os relembrados sítios, Ermos depois que a mão da fria morte Tantas almas colhera. Desmaiavam, nos serros do poente, As rosas do crepúsculo. “Quem és? pergunta o vate; o sol que foge No teu lânguido olhar um raio deixa; — Raio quebrado e frio; — o vento agita Tímido e frouxo as tuas longas tranças. Conhecem-te estas pedras; das ruínas Alma errante pareces condenada A contemplar teus insepultos ossos. Conhecem-te estas árvores. E eu mesmo Sinto não sei que vaga e amortecida Lembrança de teu rosto.” Desceu de todo a noite, Pelo espaço arrastando o manto escuro Que a loura Vésper nos seus ombros castos, Como um diamante, prende. Longas horas Silenciosas correram. No outro dia, Quando as vermelhas rosas do oriente Ao já próximo sol a estrada ornavam Das ruínas saíam lentamente Duas pálidas sombras: O poeta e a saudade.

Por Machado de Assis