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Deuteronômio, DT, 13:10, Vocês devem apedrejá-lo até que morra, porque ele procurou afastá-los do Senhor, seu Deus, que os tirou da terra do Egito, da casa da servidão.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Se você não consegue entender por que alguém está fazendo alguma coisa, observe as conseqüências de suas ações, sejam elas quais forem, e então deduza as motivações de suas consequências. Por exemplo, se alguém está tornando todos ao seu redor infelizes e você gostaria de saber por que, sua motivação pode ser simplesmente fazer com que todos ao seu redor estejam infelizes, incluindo eles mesmos.

Por Jordan B. Peterson

My sacrifice Olá minha amiga, nos encontramos novamente Já faz algum tempo, por onde devemos começar? Parece que faz uma eternidade Dentro do meu coração há uma memória Do amor perfeito que você me deu Sim, eu me lembro. Quando você está comigo, Eu estou livre, Eu estou descuidado, Eu acredito. Acima de todos os outros nós voaremos Isso traz lágrimas aos meus olhos Meu sacrifício Temos vivido nossos momentos altos e baixos É, como a vida pode dar voltas tão rapidamente? Em um instante. Parece ser tão bom reunir A sua alma e a sua mente Vamos achar a paz lá

Por Creed

O termo carne designa o homem na sua condição de fraqueza e de mortalidade. "A carne é o eixo da salvação" (Tertuliano). Com efeito, nós cremos em Deus criador da carne; cremos no Verbo feito carne para redimir a carne; cremos na ressurreição da carne, consumação da criação e da redenção da carne.

Por Catecismo da Igreja Católica

William Contraponto: A lucidez como heresia A poesia de William Contraponto não pede licença. Ela entra como pergunta. Permanece como desconforto. E sai deixando vestígios — não de esperança, mas de pensamento. Seu verso é seco, rente ao osso, herdeiro de um pacto com a lucidez. Ex-médium, hoje ateu, Contraponto não escreve a partir do ressentimento, mas da experiência desnudada. Viveu por dentro os rituais, sentiu o corpo ser tomado por forças que pareciam externas, mas depois reconheceu: o que parecia transcendência era desejo encenado, era necessidade de sentido em estado bruto. E foi esse rompimento — não com a fé, mas com a ilusão — que marcou sua travessia estética. Sua obra é radicalmente existencialista. Não no sentido acadêmico, mas vital. Contraponto não cita Sartre, Camus ou Beauvoir. Ele os atravessa. Sua escrita emerge da mesma angústia essencial: a de estar vivo num mundo sem garantias. Seu olhar recusa os confortos espirituais, os dogmas reciclados, as promessas vendidas como salvação. Em vez disso, oferece o que resta depois do desengano: umvazio honesto, um silêncio não manipulado, uma linguagem que pensa,. O estilo é contido, afiado, desprovido de ornamentos. Há ritmo, mas não há melodia fácil. Cada poema parece limado até o limite da palavra exata. Nada sobra. Nada falta. É uma poesia que respira o pensamento e sangra a dúvida. Mais próxima do ensaio do que da canção, mais próxima da meditação crua do que do lirismo adocicado. William Contraponto é também um poeta de consciência social. Sua descrença no sagrado caminha junto de sua recusa às estruturas que domesticam a liberdade — sejam elas religiosas, políticas ou econômicas. Mas sua crítica nunca desumaniza. Ao contrário: nasce de uma empatia crua com o humano como projeto inacabado. No lugar da fé, propõe o enfrentamento. No lugar da doutrina, a lucidez. No lugar da promessa, a palavra como faca — ou espelho. Ler William Contraponto é ser tirado do eixo. É lembrar que pensar também dói. E que há beleza, sim, no que não consola.

Por Neno Marques

E os filhos são como navios... A maior segurança para os navios pode estar no porto, mas eles foram construídos para singrar os mares.

Por Içami Tiba

Na vida, todo mundo usa todo mundo.

Por Gen V (série)

Salmos, SL, 79:3, Derramaram como água o sangue deles ao redor de Jerusalém, e não houve quem lhes desse sepultura.

Por Salmos, Antigo Testamento

⁠esta poesia não te cortará já nasceu partida como choro de quem perdeu a mãe existe o corte de outra faca palavra fina ferida fervente ferinafacadorlírica corte de rio cinza cano cratera carvão cão vidro pluma a garrafa corta a água gavião do mangue toca de caranguejo puçá de siris tetéia de goiamuns a adaga corta a veia singra a solidão do branco partidapalavraperdida mas não se importe leitor esta poesia corta apenas o papel já nasceu partida como a asa do albatroz.

Por Cida Pedrosa

Levítico, LV, 21:5, Os sacerdotes não farão calva na sua cabeça e não cortarão as extremidades da barba, nem farão cortes no próprio corpo.

Por Levítico, Antigo Testamento