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Jó, JÓ, 5:3, Eu mesmo vi o insensato lançar raízes, mas logo declarei maldita a sua habitação.

Por Jó, Antigo Testamento

I Samuel, 1SM, 17:51, Por isso, Davi correu e, lançando-se sobre o filisteu, pegou a espada dele, tirou-a da bainha e o matou, cortando com ela a cabeça dele. Quando os filisteus viram que o seu herói estava morto, fugiram.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Jonas, JN, 4:1, Mas Jonas ficou muito aborrecido e com raiva.

Por Jonas, Antigo Testamento

⁠Há dois tipos de relacionamentos na vida: os que nos inspiram a dar o nosso melhor e os que nos destroem. Os que nos dão paz e os que a tiram. Não sei por que escolhemos errado na maioria das vezes.

Por Desejo Sombrio (série)

Salmos, SL, 50:18, Se vê um ladrão, você se torna amigo dele, e aos adúlteros você se associa.

Por Salmos, Antigo Testamento

João, JO, 16:32, <J>Eis que vem a hora - e já chegou - em que vocês serão dispersos,</J> <J>cada um para a sua casa, e vocês me deixarão sozinho. Mas não estou sozinho, porque o Pai está comigo.</J>

Por João, Novo Testamento

Provérbios, PV, 22:17, Preste atenção e ouça as palavras dos sábios; aplique o coração aos meus ensinamentos.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Deus fez as mães porque não podia estar em todo lugar ao mesmo tempo.

Por Ditado judaico

Sei que o preço da eternidade é alto, mas sei também que as coisas podem se arranjar. (...) E se a eternidade começa hoje, é assim que vou vivê-la: até o fim do dia, e só. Sabendo que estará sempre ao meu lado. Tipo assim, sempre, certo ? Ele busca meu olhar, esperando uma resposta. - Eu amo você - digo baixinho. - Também amo você - ele devolve, os lábios pedindo os meus. - Sempre amei. E sempre vou amar.

Por Alyson Noël

Morte (Hora de Delírio) Pensamento gentil de paz eterna Amiga morte, vem. Tu és o termo De dous fantasmas que a existência formam, — Dessa alma vã e desse corpo enfermo. Pensamento gentil de paz eterna, Amiga morte, vem. Tu és o nada, Tu és a ausência das moções da vida, do prazer que nos custa a dor passada. Pensamento gentil de paz eterna Amiga morte, vem. Tu és apenas A visão mais real das que nos cercam, Que nos extingues as visões terrenas. Nunca temi tua destra, Não vou o vulgo profano; Nunca pensei que teu braço Brande um punhal sobr'humano. Nunca julguei-te em meus sonhos Um esqueleto mirrado; Nunca dei-te, pra voares, Terrível ginete alado. Nunca te dei uma foice Dura, fina e recurvada; Nunca chamei-te inimiga, Ímpia, cruel, ou culpada. Amei-te sempre: — pertencer-te quero Para sempre também, amiga morte. Quero o chão, quero a terra, - esse elemento Que não se sente dos vaivens da sorte. Para tua hecatombe de um segundo Não falta alguém? — Preencha-a comigo: Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo. Miríades de vermes lá me esperam Para nascer de meu fermento ainda, Para nutrir-se de meu suco impuro, Talvez me espera uma plantinha linda. Vermes que sobre podridões refervem, Plantinha que a raiz meus ossos fera, Em vós minha alma e sentimento e corpo Irão em partes agregar-se à terra. E depois nada mais. Já não há tempo, nem vida, nem sentir, nem dor, nem gosto. Agora o nada — esse real tão belo Só nas terrenas vísceras deposto. Facho que a morte ao lumiar apaga, Foi essa alma fatal que nos aterra. Consciência, razão, que nos afligem, Deram em nada ao baquear em terra. Única idéia mais real dos homens, Morte feliz — eu quero-te comigo, Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo. Também desta vida à campa Não transporto uma saudade. Cerro meus olhos contente Sem um ai de ansiedade. E como um autômato infante Que ainda não sabe mentir, Ao pé da morte querida Hei de insensato sorrir. Por minha face sinistra Meu pranto não correrá. Em meus olhos moribundos Terrores ninguém lerá. Não achei na terra amores Que merecessem os meus. Não tenho um ente no mundo A quem diga o meu - adeus. Não posso da vida à campa Transportar uma saudade. Cerro meus olhos contente Sem um ai de ansiedade. Por isso, ó morte, eu amo-te e não temo: Por isso, ó morte, eu quero-te comigo. Leva-me à região da paz horrenda, Leva-me ao nada, leva-me contigo.

Por Junqueira Freire