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João, JO, 14:17, <J>é o Espírito da verdade,</J> <J>que o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Vocês o conhecem, porque ele habita com vocês e estará em vocês.</J>
Por João, Novo TestamentoQuando as pessoas são preconceituosas, todo raciocínio é desperdiçado sobre elas.
Por Frances BurneyEu não me importaria, de dividir um colchão com você, dar meu cabelo pra de nós tu encher...
Por AnavitóriaEle te machucou uma vez. Cabe a você evitar que se repita.
Por Através da Minha Janela: Olhos nos Olhos (filme)Jeremias, JR, 16:5, - Porque assim diz o Senhor: Não entre em casa onde há luto, nem vá pranteá-los ou consolar os enlutados. Porque deste povo retirei a minha paz, diz o Senhor, e também a minha bondade e a minha compaixão.
Por Jeremias, Antigo TestamentoHebreus, HB, 12:4, Na luta contra o pecado, vocês ainda não resistiram até o sangue.
Por Hebreus, Novo TestamentoESTE É O PRÓLOGO Deixaria neste livro toda a minha alma. este livro que viu as paisagens comigo e viveu horas santas. Que pena dos livros que nos enchem as mãos de rosas e de estrelas e lentamente passam! Que tristeza tão funda é olhar os retábulos de dores e de penas que um coração levanta! Ver passar os espectros de vida que se apagam, ver o homem desnudo em Pégaso sem asas, ver a vida e a morte, a síntese do mundo, que em espaços profundos se olham e se abraçam. Um livro de poesias é o outono morto: os versos são as folhas negras em terras brancas, e a voz que os lê é o sopro do vento que lhes incute nos peitos - entranháveis distâncias. O poeta é uma árvore com frutos de tristeza e com folhas murchas de chorar o que ama. O poeta é o médium da Natureza que explica sua grandeza por meio de palavras. O poeta compreende todo o incompreensível e as coisas que se odeiam, ele, amigas as chamas. Sabe que as veredas são todas impossíveis, e por isso de noite vai por elas com calma. Nos livros de versos, entre rosas de sangue, vão passando as tristes e eternas caravanas que fizeram ao poeta quando chora nas tardes, rodeado e cingido por seus próprios fantasmas. Poesia é amargura, mel celeste que emana de um favo invisível que as almas fabricam. Poesia é o impossível feito possível. Harpa que tem em vez de cordas corações e chamas. Poesia é a vida que cruzamos com ânsia, esperando o que leva sem rumo a nossa barca. Livros doces de versos sãos os astros que passam pelo silêncio mudo para o reino do Nada, escrevendo no céu suas estrofes de prata. Oh! que penas tão fundas e nunca remediadas, as vozes dolorosas que os poetas cantam! Deixaria neste livro toda a minha alma... tradução: William Agel de Melo
Por Federico García LorcaII Samuel, 2SM, 17:22, Então Davi e todo o povo que estava com ele se levantaram e passaram o Jordão. Quando amanheceu, não havia um só que não tivesse passado o Jordão.
Por II Samuel, Antigo Testamento