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Dispensados devem ser os que nos retiram as forças, mesmo que sutilmente, ou que quase nem percebamos. Os piores golpes são os silenciosos!
Por Lavínia LinsCalcula, minha amiga, que tortura! Amo-te muito e muito, e, todavia, Preferira morrer a ver-te um dia Merecer o labéu de esposa impura! Que te não enterneça esta loucura, Que te não mova nunca esta agonia, Que eu muito sofra porque és casta e pura, Que, se o não foras, quanto eu sofreria! Ah! Quanto eu sofreria se alegrasses Com teus beijos de amor, meus lábios tristes, Com teus beijos de amor, as minhas faces! Persiste na moral em que persistes. Ah! Quanto eu sofreria se pecasses, Mas quanto sofro mais porque resistes!
Por Aluísio AzevedoDaniel, DN, 5:18, Ó rei, o Deus Altíssimo deu o reino a Nabucodonosor, seu pai, bem como grandeza, glória e majestade.
Por Daniel, Antigo TestamentoAmor é enigma? Optar é renunciar. Entregar-se, por exemplo, a um amor é abandonar outros. E, do que se renuncia e abandona, pode provir, depois arrependimento. Afastar-se de um amor, ainda que, opção feita por lúcidas razões, pode gerar, adiante, a frustração pelo que se deixou de viver. Os casos de amor vivem rondados por frustração ou arrependimento. Não o amor, que é íntegro, irrefutável, cristalino e indubitável: mas os amantes seus portadores. Quase sempre o tamanho do amor é maior que o dos amantes. O que cerca as pessoas que se amam é sempre uma teia de limitações que o leva à disjuntiva: frustração ou arrependimento. Ou quem ama se entrega ao sentimento e se atira nos braços do outro para, depois, se arrepender do que abandonou para entregar-se ao amor, ou se afasta, cheio de lucidez, para, adiante, sentir frustração pelo que deixou de viver. Estes estão na categoria assim definida de modo cruel mas lúcido por Goethe: "no amor, ganha quem foge...Ou como disse o grande Orizon Carneiro Muniz: "no amor, é mais forte quem cede". Na juventude tudo isso fica confuso porque esta é uma etapa da vida envolta em uma névoa amorosa que a torna radical na busca da felicidade. O jovem ainda não se defrontou com as terríveis e dilacerantes divisões internas de que é feita a tarefa de viver e amar, aceitando as próprias limitações, confusões, os caminhos paralelos e contraditórios das escolhas, dentro de um todo que, para se harmonizar, precisa viver as divisões, os sofrimentos e os açoites das mentiras e enganos que conduzem as nossas verdades mais profundas. Séculos de repressão do corpo e de identificação do prazer com o pecado ou o proibido fizeram uma espécie de cárie na alma. É um buraco, um vazio, uma impossibilidade viver o que se quer, uma certeza antecipada de que o amor verdadeiro gera ou arrependimento ou frustração. Viver implica, pois, aceitar essa dolorosa e desafiante tarefa: a de enfrentar o amor como a maior das maravilhas e que se nos apresenta sob a forma de enigma. Tudo o que se move dentro do amor está carregado de enigmas. E com o enigma dá-se o seguinte: enfrentá-lo não é resolvê-lo. Mas quando não se o enfrenta, ele (enigma) nos devora. Enfrentar o enigma mesmo sem o deslindar, é aquecer e encantar a vida, é aprender a viver; é amadurecer. Exige trabalho interior penoso, grandeza, equilíbrio e auto-conhecimento. O contrário não é viver: é durar.
Por Artur da TávolaTenho impulsos terríveis (...) de jogar coisas fora. Um dia, senti o impulso de jogar tudo o que eu tenho pela janela, a televisão, as crianças, tudo.
Por Jhumpa LahiriNós somos o lugar de onde viemos, mas todos os dias escolhemos quem nos tornamos.
Por Era Uma Vez um Sonho (filme)Melhores amigas são para sempre, Se amam do jeito que são. Algumas brigam todos os dias, Mas sempre estão com saudades uma da outra. Outras raramente brigam e estão sempre juntas. Eu e você somos os dois tipos misturados. Às vezes brigamos, Mas, apesar de tudo, ainda somos melhores amigas. Nossos jeitos se encaixam perfeitamente, Não precisa ser perfeita ou coisa assim, Apenas seja você mesma. Te amo do jeito que você é.
Por Helena Monteiro