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Neemias, NE, 6:2, Sambalate e Gesém mandaram dizer a mim: ´Venha, vamos nos encontrar numa das aldeias do vale de Ono.` Na verdade, o que eles queriam era me fazer mal.
Por Neemias, Antigo TestamentoDa vida...não fales nela, quando o ritmo pressentes. Não fales nela que a mentes. Se os teus olhos se demoram em coisas que nada são, se os pensamentos se enfloram em torno delas e não em torno de não saber da vida... Não fales nela. Quanto saibas de viver nesse olhar se te congela. E só a dança é que dança, quando o ritmo pressentes. Se, firme, o ritmo avança, é dócil a vida, e mansa... Não fales nela, que a mentes.
Por Jorge de SenaO amor só é amor se não se dobra a obstáculos e não se curva à vicissitudes... é uma marca eterna... que sofre tempestades sem nunca se abalar.
Por William ShakespeareDizem que tudo está bem quando acaba bem Mas eu estou em um novo inferno a cada vez
Por All Too Well (curta)A Mão Invisível Todo indivíduo necessariamente trabalha no sentido de fazer com que o rendimento anual da sociedade seja o maior possível. Na verdade, ele geralmente não tem intenção de promover o interesse público, nem sabe o quanto o promove. Ao preferir dar sustento mais à atividade doméstica que à exterior, ele tem em vista apenas sua própria segurança; e, ao dirigir essa atividade de maneira que sua produção seja de maior valor possível, ele tem em vista apenas seu próprio lucro, e neste caso, como em muitos outros, ele é guiado por uma mão invisível a promover um fim que não fazia parte de sua intenção. E o fato de este fim não fazer parte de sua intenção nem sempre é o pior para a sociedade. Ao buscar seu próprio interesse, freqüentemente ele promove o da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo.
Por Adam SmithProvérbios, PV, 10:15, Os bens do rico são a sua fortaleza; o que leva os pobres à ruína é a sua pobreza.
Por Provérbios, Antigo TestamentoNão basta sentar-se a olhar cada objeto e pintá-lo exatamente como você o vê, deve-se pintá-lo tal e como deve ser – tal e como era quando o motivo lhe comoveu.
Por Edvard Munch