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Andando por aqui sozinho Eu consigo enxergar a dor A empatia que nos falta Retrocede o que restou Talvez seja questão de ser humano inteiro Voltar e me olhar no espelho Lavar a alma e tentar seguir em frente Mostrar que tudo pode ser Tentando escapar do que há de pior Pois o mundo já não é o mesmo Fácil de cair, sem sintonia não há paz Vou recomeçar sem medo
Por Forte NorteCoragem com força total. Foi essa a primeira coisa que admirei em você. Agora é o que me aterroriza.
Por J. D. RobbMeu estandarte estava atrás de mim, e atrairia homens ambiciosos. Eles queriam minha caveira como uma taça para beber, meu nome como troféu. Olhavam-me enquanto eu os olhava, e viam não um homem coberto de lama, mas sim um senhor de guerra com um elmo que tinha um lobo na crista, braceletes de ouro, malha de elos apertados e um manto azul-escuro com bainha de fios dourados e uma espada famosa por toda a Britânia.
Por Bernard CornwellLevítico, LV, 8:36, E Arão e seus filhos fizeram todas as coisas que o Senhor havia ordenado por meio de Moisés.
Por Levítico, Antigo TestamentoO meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta: Deu um passo à frente.
Por João PintoA franja na encosta Cor de laranja Capim rosa chá O mel desses olhos luz Mel de cor ímpar O ouro ainda não bem verde da serra A prata do trem A lua e a estrela Anel de turquesa Os átomos todos dançam Madruga Reluz neblina Crianças cor de romã Entram no vagão O oliva da nuvem chumbo Ficando Pra trás da manhã E a seda azul do papel Que envolve a maçã As casas tão verde e rosa Que vão passando ao nos ver passar Os dois lados da janela E aquela num tom de azul Quase inexistente, azul que não há Azul que é pura memória de algum lugar Teu cabelo preto Explícito objeto Castanhos lábios Ou pra ser exato Lábios cor de açaí E aqui, trem das cores Sábios projetos: Tocar na central E o céu de um azul Celeste celestial
Por Caetano Velosoconspirações alguma coisa se desprende do meu corpo e voa não cabe na moldura do meu céu. sou náufrago no firmamento. o vento da poesia me conduz além de mimo sol me acende estrelas me suportam Odisseu nos subúrbios da galáxia. amor é o que me sabe e o que me sobra outro castelo que naufraga como tantos que a força do meu sonho quis transformar em catedrais. ilusões? ainda me restam duas dúzias. conspirações de amor, talvez não mais.
Por Geraldo Carneiro