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Penélope Mais do que um sonho: comoção! Sinto-me tonto, enternecido, quando, de noite, as minhas mãos são o teu único vestido. E recompões com essa veste, que eu, sem saber, tinha tecido, todo o pudor que desfizeste como uma teia sem sentido; todo o pudor que desfizeste a meu pedido. Mas nesse manto que desfias, e que depois voltas a pôr, eu reconheço os melhores dias do nosso amor.
Por David Mourão-FerreiraA vida de cada um é também a tessitura desse monstruário pessoal no qual vamos nomeando os seres que assombram apenas a nós. Aqueles que nascem de uma mitologia íntima, forjada em nosso confronto com o real, sempre muito mais apavorante.
Por Eliane BrumA vida não é uma jornada linear. Às vezes, é um passo atrás, dois passos à frente e depois um pulo para o lado.
Por Karina HalleNeemias, NE, 9:22, - Também lhes deste reinos e povos, cujas terras repartiste entre eles. Assim, conquistaram a terra de Seom, rei de Hesbom, e a terra de Ogue, rei de Basã.
Por Neemias, Antigo TestamentoNas palavras não ditas permanece o eu, só meu. Nas que digo, teço o reflexo teu do que há em mim.
Por Aurê AguiarSalmos, SL, 62:8, Confie nele em todo tempo, ó povo; derrame diante dele o seu coração. Deus é o nosso refúgio.
Por Salmos, Antigo TestamentoO Amor Por muito tempo imaginei o amor, então Lastimava, trovava, e sentia o teu vazio Hoje sinto que não tinha qualquer razão Não há o porquê, o tempo tem seu feitio A solidão é só uma condição, e quão vão Sinto-o no silêncio, no suspiro, no arrepio Imagino, crio, sorrio, vive na exclamação Porque o vazio, o vazio passageiro, assim Dança, agita, fala, recria, balbucia ilusão O amor, afim, este ninguém cala em mim... © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 23, agosto, 2021, 13’58’ - Araguari, MG
Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL