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Inútil, inútil a forte chuva mergulha no mar.

Por Jack Kerouac

O amor que pôde morrer não era amor.

Por Berthold Auerbach

Romanos, RM, 1:4, e foi designado Filho de Deus com poder, segundo o Espírito de santidade, pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor.

Por Romanos, Novo Testamento

O sorriso é a porta de entrada para a felicidade; seja feliz sorria sempre

Por joaquim alves

Números, NM, 3:43, Todos os primogênitos do sexo masculino, contados nominalmente, de um mês para cima, segundo o censo, foram vinte e dois mil duzentos e setenta e três.

Por Números, Antigo Testamento

I Reis, 1RS, 8:6, Os sacerdotes puseram a arca da aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, que é o Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins.

Por I Reis, Antigo Testamento

Exagerado eu tenho pressa do urgente Eu não aceito sua prisão, minha loucura me entende Baby, nem todo poeta é sensível Eu sou o maior inimigo do impossível Minha paixão é cativeiro, eu me cativo O mundo é lento ou eu que sou hiperativo?

Por Baco Exu do Blues

Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz. A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si. Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém, preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer. Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Por Sarah Westphal

Ninguém é sério aos 17 anos.

Por Arthur Rimbaud

A deceção mais comum é não escolhermos ou não podermos ser nós próprios, mas a forma mais profunda de deceção é escolhermos ser outro antes de nós próprios.

Por Soren Kierkegaard