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II Samuel, 2SM, 24:24, Porém o rei disse a Araúna: - Não! Eu vou comprar de você pelo que vale. Porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que não me custem nada. Assim, Davi comprou a eira e os bois por cinquenta moedas de prata.

Por II Samuel, Antigo Testamento

Algumas pontes você tem que atravessar sozinho, não importa quem levou você até ao abismo,

Por J. R. Ward

⁠"Fins inexplicáveis não são fins, mas sim fantasias. Os fins são realmente fins quando os conhecemos de tal modo que deles desprendem os meios de sua realização. Os meios são 'frações de fins'(Dewey)" (Teixeira, 2007, p.36)

Por Anísio Teixeira

Não importava se tinha razão, devia me calar. No meu tempo, ser educado era ficar em silêncio. Na mesa, não podia emitir som que não fosse da natureza do garfo e da faca. Criança aceitava, não falava. Como um bicho doméstico, um galo, um cachorro, um gato, um canário belga. Encabulava quando raspava a louça, arranhava as rodas ao estacionar no meio-fio do prato. Meu pai falava sem parar dos negócios, dos vizinhos, do futebol e eu escutava com continência e louvor. Nunca me passou pelos ouvidos nenhuma pergunta inteligente para fazer, até porque as perguntas inteligentes surgem das bobagens e não corria riscos. Se as conversas tivessem sido gravadas na época, descobriria que não apareci na própria infância. Entrava com um "obrigado" e saía no "com licença". Não questionava os hábitos, preocupado em me ver livre o mais rápido possível daquela cena. Não sabia como viver para me sentir morto. Não sabia como morrer para me sentir vivo. Meus bolsos cheios de bolas de gude para acompanhar as mãos. Os bolsos do meu pai cheios de chaves para desafiar as mãos. Os bolsos de minha mãe cheios de pedras do terço para esquecer as mãos. A sobremesa era sagu ou arroz de leite, que comia com vagar e ódio, já que consistia na mesma merenda da escola. Passava o dia comendo sagu ou arroz de leite. A canela em cima do doce me arrepiava de careta, emburricava a respiração. Me censurava antes da censura, me proibia antes da negação, me cavava antes de ser enterrado. Pensativo como quem se penteia no espelho. Prestativo como quem tem culpa por crescer. Nas saídas em família, permanecia igualmente calado, omisso, aceitando que as pessoas secassem seus dedos no meu rosto em cada encontro. Quando recebia um elogio público de comportado, o pai sorria, a mãe sorria, e bem que tentava sorrir, mas os dentes eram de leite e logo cairiam. Nunca levantei a voz. Falava para dentro, com a cabeça inclinada de cavalo cansado. Tinha serenidade porque não encontrava outro sentimento para colocar em seu lugar. Não havia estômago para chegar ao fim da esperança. Não estava escuro para me defender com vela, muito menos claro para procurar sombras. Conhecia de cor o ato de contrição, apesar da dificuldade de inventar pecados. A humildade lembrava covardia, o que explica minha vontade insana de fazer calar esse tempo, o meu tempo de camisa fechada até o último botão.

Por Fabrício Carpinejar

O que falo, o que penso, o que vejo. Os caminhos pelos quais percorro. Enfim, tudo. Tudo o que se diz verdadeiro, tudo o que me lembra você. Tudo o que faço é lembrar, tudo me leva a pensar, tudo o que penso é você. Olho pra ti e vejo a vida, e no meu corpo a ferida sintonizada em meu ser. E quando eu olho pra vida, lembro-me daqueles dias, daquelas tardes sombrias que me entreguei com prazer. Hoje eu paro e penso: ao fim, pra que tanta pressa? Se ontem tudo era espera. E da espera a saudade, e dá saudade a lembrança de ter perdido você

Por Mirian Brito

Isaías, IS, 51:16, Confio a você as minhas palavras e o protejo com a sombra da minha mão, para que eu estenda os céus, firme a terra e diga a Sião: ´Você é o meu povo.``

Por Isaías, Antigo Testamento

Foi só um beijo. Um beijo. Não significa nada. Quem se apaixona com um beijo?

Por Diga-me Quando (filme)

I Crônicas, 1CR, 16:34, Deem graças ao Senhor, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Cada pequena coisa que acontece a um ser humano o acompanha até ao presente. Todas as suas vivências influenciam cada uma das suas opções e, tratando-se de experiências traumáticas, o passado passa a ocupar todo o espaço do presente.

Por Lars Kepler

Eu quero que você saiba que esses meses com você foram os melhores da minha vida.

Por Certas Pessoas (filme)