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Vim preparada para te perdoar, se você pedisse Então fico um pouco ofendida quando você diz “Sem arrependimentos” Eu lembro que é impossível passar no seu teste
Por boygenius (banda)Josué, JS, 4:1, Quando todo o povo tinha passado o Jordão, o Senhor falou com Josué, dizendo:
Por Josué, Antigo TestamentoSe algum homem procura por grandeza, permita que ele esqueça a grandeza e pergunte pela verdade, e ele encontrará ambas.
Por Horace MannZacarias, ZC, 9:13, Porque entesei Judá como meu arco de guerra e fiz de Efraim a minha flecha. Levantarei os seus filhos, ó Sião, contra os filhos da Grécia, e farei você semelhante à espada de um valente.
Por Zacarias, Antigo TestamentoIsaías, IS, 39:3, Então o profeta Isaías foi falar com o rei Ezequias e lhe disse: - Que foi que aqueles homens disseram e de onde vieram? Ezequias respondeu: - Vieram de uma terra distante, da Babilônia, para me visitar.
Por Isaías, Antigo TestamentoIsaías, IS, 10:8, Porque diz: ´Não são meus comandantes todos eles reis?
Por Isaías, Antigo TestamentoHino ao crítico Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira Tagarela, nasceu um rebento raquítico. Filho não é bagulho, não se atira na lixeira. A mãe chorou e o batizou: crítico. O pai, recordando sua progenitura, Vivia a contestar os maternais direitos. Com tais boas maneiras e tal compostura Defendia o menino do pendor à sarjeta. Assim como o vigia cantava a cozinheira, A mãe cantava, a lavar calça e calção. Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira E a arte de penetrar fácil e sem sabão. Quando cresceu, do tamanho de um bastão, Sardas na cara como um prato de cogumelos, Lançaram-no, com um leve golpe de joelho, À rua, para tornar-se um cidadão. Será preciso muito para ele sair da fralda? Um pedaço de pano, calças e um embornal. Com o nariz grácil como um vintém por lauda Ele cheirou o céu afável do jornal. E em certa propriedade um certo magnata Ouviu uma batida suavíssima na aldrava, E logo o crítico, da teta das palavras Ordenhou as calças, o pão e uma gravata. Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam, E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos. Mas se se infiltra na rede jornalística Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante, Parece que apodrece ante a nossa vista Um enorme lacaio, balofo e bajulante. Quando, por fim, no jubileu do centenário, Acordares em meio ao fumo funerário, Verás brilhar na cigarreira-souvenir o Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio. Escritores, há muitos. Juntem um milhar. E ergamos em Nice um asilo para os críticos. Vocês pensam que é mole viver a enxaguar A nossa roupa branca nos artigos?
Por Vladimir MaiakóvskiNinguém vai proteger uma coisa com a qual não se importa, e ninguém vai se importar com o que nunca experimentou.
Por David AttenboroughPor trás de toda armadura, existe amor; é preciso saber desnudar Independente das afiadas cicatrizes tatuadas em seu ser, se ame do jeito que é. Elas são as lembranças que formam o seu escudo.
Por Geffo Pinheiro