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Isaías, IS, 13:4, Já se ouve sobre os montes um rumor como o de uma grande multidão, o clamor de reinos e de nações já congregados. O Senhor dos Exércitos reúne as tropas de guerra.

Por Isaías, Antigo Testamento

I Reis, 1RS, 7:49, os candelabros de ouro finíssimo, cinco à direita e cinco à esquerda, diante do Santo dos Santos; as flores, as lâmpadas e as tesouras de cortar pavios, também de ouro;

Por I Reis, Antigo Testamento

Colossenses, CL, 3:22, Servos, obedeçam em tudo a seus senhores aqui na terra, não servindo apenas quando estão sendo vigiados, visando somente agradar pessoas, mas com sinceridade de coração, temendo o Senhor.

Por Colossenses, Novo Testamento

O que passou, calou. O que virá, dirá!!

Por Marisa Monte

Agir conforme aquilo que se fala, alinhar discurso e prática, além de ser uma postura ética, é um sinal de autenticidade.

Por Mario Sergio Cortella

Eu mal o conheço. Eu acho que é assim em todos os relacionamentos. Você começa com nada e talvez termine com tudo.

Por E se fosse a gente

Salmos, SL, 22:30, A posteridade o servirá, e se falará do Senhor à geração vindoura.

Por Salmos, Antigo Testamento

II Pedro, 2PE, 2:13, recebendo injustiça como pagamento pela injustiça que praticam. Encontram prazer na satisfação de seus desejos libertinos em pleno dia. Como manchas e defeitos, encontram satisfação nas suas próprias mentiras, enquanto se banqueteiam com vocês.

Por II Pedro, Novo Testamento

Sua vida é o que você vive agora, da hora que acorda até quando dorme. Ela não vai começar ou só acontecer quando você tiver um parceiro ao seu lado. Tenho certeza de que existem outros sonhos aí dentro de você, outras vontades e necessidades que se bastarão simplesmente com você mesma. Não têm?

Por Aione Simões

Caminhada Entre palavras, Murmúrios, Entre silêncios E mentiras… Entre amores, desilusões E iras… Segue a vida-busca A buscar a vida. Nas ruínas De antigos castelos, Derrubados Ao longo dos caminhos; Dia-após-dia Ano-após-ano. No cerrar do pano Que marca o fim De mais um ato, Sem aplausos, Sem consagrações, Sem esperanças. E eu parto Mais uma vez, Com um pouco menos De mim, Com um pouco menos De tudo; Mudo, Na correnteza humana, Insana! Na força Que meu corpo arrasta, O coração dilacera, Devasta a mente Na espera De um outro dia Igual. Caravana infernal De solitários, Homens-máquinas, Sem razão, Sem fim, A carregar mil cruzes Sem nexo, Sob as luzes Do grande palco. Mas, eu sigo, Perplexo, No andar Dos que apenas andam, Sem destino. E, atrás de mim, Eu sinto o ranger De um infinito Que caminha, Que ri E chora. Mas, eu sei, Agora Que já sem rosto Esse infinito, Como a própria vida, Também é morto.

Por Victor Motta