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E eu prometi mostrar o mar, As ondas hoje vão cantar Deixa a brisa renovar seu ar Eu quero um beijo, sentir teu jeito, só um beijo

Por Banda Cine

Lucas, LC, 10:32, <J>De igual modo, um levita descia por aquele lugar e, vendo-o, passou de largo.</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Levítico, LV, 3:14, Depois, trará dela a sua oferta, por oferta queimada ao Senhor: a gordura que cobre as entranhas e toda a gordura que está no meio das entranhas,

Por Levítico, Antigo Testamento

Agora sei como meus animais se sentiam. Tenho vergonha de mim mesmo. Espero ter uma segunda chance, como meus tigres.

Por A Máfia dos Tigres (Tiger King)

Deus não planta uma árvore sem a intenção de fazer nascer frutos.

Por Tayrine Moreira

⁠Escrever uma autobiografia é, na verdade, sumir.

Por Édouard Louis

William Contraponto: A lucidez como heresia A poesia de William Contraponto não pede licença. Ela entra como pergunta. Permanece como desconforto. E sai deixando vestígios — não de esperança, mas de pensamento. Seu verso é seco, rente ao osso, herdeiro de um pacto com a lucidez. Ex-médium, hoje ateu, Contraponto não escreve a partir do ressentimento, mas da experiência desnudada. Viveu por dentro os rituais, sentiu o corpo ser tomado por forças que pareciam externas, mas depois reconheceu: o que parecia transcendência era desejo encenado, era necessidade de sentido em estado bruto. E foi esse rompimento — não com a fé, mas com a ilusão — que marcou sua travessia estética. Sua obra é radicalmente existencialista. Não no sentido acadêmico, mas vital. Contraponto não cita Sartre, Camus ou Beauvoir. Ele os atravessa. Sua escrita emerge da mesma angústia essencial: a de estar vivo num mundo sem garantias. Seu olhar recusa os confortos espirituais, os dogmas reciclados, as promessas vendidas como salvação. Em vez disso, oferece o que resta depois do desengano: umvazio honesto, um silêncio não manipulado, uma linguagem que pensa,. O estilo é contido, afiado, desprovido de ornamentos. Há ritmo, mas não há melodia fácil. Cada poema parece limado até o limite da palavra exata. Nada sobra. Nada falta. É uma poesia que respira o pensamento e sangra a dúvida. Mais próxima do ensaio do que da canção, mais próxima da meditação crua do que do lirismo adocicado. William Contraponto é também um poeta de consciência social. Sua descrença no sagrado caminha junto de sua recusa às estruturas que domesticam a liberdade — sejam elas religiosas, políticas ou econômicas. Mas sua crítica nunca desumaniza. Ao contrário: nasce de uma empatia crua com o humano como projeto inacabado. No lugar da fé, propõe o enfrentamento. No lugar da doutrina, a lucidez. No lugar da promessa, a palavra como faca — ou espelho. Ler William Contraponto é ser tirado do eixo. É lembrar que pensar também dói. E que há beleza, sim, no que não consola.

Por Neno Marques

Êxodo, EX, 11:10, Moisés e Arão fizeram todas essas maravilhas diante de Faraó. Mas o Senhor endureceu o coração de Faraó, que não permitiu que os filhos de Israel saíssem da sua terra.

Por Êxodo, Antigo Testamento

⁠Estou preso aqui há 800 anos e ainda não terminei de pagar penitência pelo meu pecado! (Lingpo)

Por Big Fish and Begonia

A minha alegria acordava a dele, e o céu estava tão azul, e o ar tão claro, que a natureza parecia rir também conosco. São assim as boas horas deste mundo.

Por Dom Casmurro