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Jeremias, JR, 18:7, No momento em que eu falar a respeito de uma nação ou de um reino para o arrancar, derrubar e destruir,
Por Jeremias, Antigo TestamentoControlar os impulsos ou lidar com a mágoa é tão importante para a prevenção da violência quanto para o controle da raiva.
Por Daniel GolemanEnquanto eu viver Sempre irei me lembrar Ainda que sejam infinitas Suas bênçãos eu irei contar
Por Isadora PompeoQue eu não ponho cada coisa em seu lugar Comigo nunca foi assim Princípio, meio e mais o fim Que o meu fim é no começo das estórias Onde eu morro pra nascer No escuro é que eu sei ver Eu não tenho esse poder de julgamento Mas quando há bondade em mim O bom nasce do ruim Prezo muito a intensidade do momento Meu amor quer me beijar Eu procuro aproveitar
Por Aldir BlancNão foi de um salto que os grandes homens chegaram às culminâncias do êxito; mas, sim, trabalhando e velando enquanto os outros dormiam.
Por James AllenLevítico, LV, 11:29, - Entre o enxame de criaturas que se movem sobre a terra, estas serão impuras para vocês: a doninha, o rato, o lagarto, segundo a sua espécie;
Por Levítico, Antigo TestamentoNão existem pessoas "boas". Existem apenas aquelas que ainda não foram levadas ao seu limite e aquelas que foram.
Por Daniel ColeA Matemática não conhece raças ou fronteiras geográficas; para a matemática, o mundo cultural é um país.
Por David HilbertA Providência Divina no Deserto e a Lição da Oferta "Houve um tempo, logo após me casar, em que a vida me testava com uma dureza implacável. Eu ainda não tinha minha casa, nem meu filho havia nascido. O peso de prover para minha família caía sobre mim, e os trabalhos eram exaustivos e perigosos. Eu lidava com esterco, um serviço pesado que traz doenças e que poucos ousam fazer. Também carregava lenha para as cerâmicas, enfrentando riscos constantes. Lembro de uma cobra que chegou a morder minha calça, mas não era venenosa. No entanto, por ali, tive contato com outras, como cascavel e jararaca, o que mostrava o perigo constante. A dificuldade de trazer comida para casa era imensa. Minha mulher recebia R$ 200 do Bolsa Família, e eu, trabalhando com esterco e lenha, ganhava cerca de R$ 500 por mês. Lembro dos momentos em que, em meio ao desespero, cheguei a proferir blasfêmias contra Deus. Eu não tinha quase nada, mas ainda assim me sentia 'obrigado' a dizimar e ofertar. Naquele tempo, eu não compreendia o real sentido da oferta, apenas via o sofrimento que passava. No entanto, mesmo na escassez, a providência de Deus se manifestava. Nunca me faltou nada, e jamais precisei mendigar o pão. Deus me sustentava com o pouco que eu tinha. Foi a necessidade que me levou à casa da minha sogra, na região de Salgueiro. Lá, tive um encontro transformador. Aprendi com um pastor o verdadeiro significado de ofertar e dizimar. Foi nesse período que comecei a dar valor a cada pequena coisa que eu possuía, percebendo que a maior riqueza não era material, mas a provisão e a fidelidade de Deus, mesmo nos momentos mais difíceis."
Por Lucielton de Araujo Rodrigues