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Eu não era uma criança adorável e me tornei uma adulta extremamente detestável. Se alguém fizesse um retrato da minha alma, veria um amontoado de rabiscos com presas.

Por Gillian Flynn

⁠É uma maravilha estar vivo. Se você não entende isso, como pode procurar algo mais profundo?

Por Cixin Liu

Se acaso me quiseres, sou dessas mulheres que só dizem sim!

Por Gal Costa

Fica responsável por tudo aquilo que domesticaste.

Por Antoine de Saint-Exupéry

Jó, JÓ, 31:35, ´Quem dera que eu tivesse quem me ouvisse! Eis aqui a minha defesa assinada! Que o Todo-Poderoso me responda! Que o meu adversário escreva a sua acusação!

Por Jó, Antigo Testamento

Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Em qualquer situação, eu aprendi o segredo. Seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso em Jesus Cristo, aquele que me fortalece.

Por Filme: Deus não está morto

Nenhum homem é hipócrita nos seus prazeres.

Por Albert Camus

Josué, JS, 21:43, Desta maneira, o Senhor deu a Israel toda a terra que, sob juramento, havia prometido dar a seus pais; eles tomaram posse dela e habitaram nela.

Por Josué, Antigo Testamento

⁠O silêncio, quando é desejado, não deixa rastro de mal-estar. Quando é um mandato, represa a palavra como uma armadura que aprisiona. Em algum momento, há que permitir a essas palavras que saiam de tão dolorida couraça.

Por Alexandre Coimbra Amaral

Se a minha amada um longo olhar me desse Dos seus olhos que ferem como espadas, Eu domaria o mar que se enfurece E escalaria as nuvens rendilhadas. Se ela deixasse, extático e suspenso Tomar-lhe as mãos mignonnes e aquecê-las, Eu com um sopro enorme, um sopro imenso Apagaria o lume das estrelas. Se aquela que amo mais que a luz do dia, Me aniquilasse os males taciturnos, O brilho dos meus olhos venceria O clarão dos relâmpagos noturnos. Se ela quisesse amar, no azul do espaço, Casando as suas penas com as minhas, Eu desfaria o Sol como desfaço As bolas de sabão das criancinhas. Se a Laura dos meus loucos desvarios Fosse menos soberba e menos fria, Eu pararia o curso aos grandes rios E a terra sob os pés abalaria. Se aquela por quem já não tenho risos Me concedesse apenas dois abraços, Eu subiria aos róseos paraísos E a Lua afogaria nos meus braços. Se ela ouvisse os meus cantos moribundos E os lamentos das cítaras estranhas, Eu ergueria os vales mais profundos E abateria as sólidas montanhas. E se aquela visão da fantasia Me estreitasse ao peito alvo como arminho, Eu nunca, nunca mais me sentaria As mesas espelhentas do Martinho.

Por Cesário Verde