Veja outros textos inspiradores!

⁠"Deus maravilhoso em sua infinita sabedoria, conecta e reconecta as pessoas no tempo certo, tudo pela construção de um mundo melhor"

Por José Roberto Marques

Dedico pros verdadeiro da stronda, são guerreiro Que tão junto de corpo e alma nunca pelo dinheiro Se unir é o começo, manter é o progresso Com os verdadeiros ao lado alcançarei o sucesso

Por Bonde da Stronda

Ninguém controla o mundo interno dos outros

Por Luiz Gasparetto

Quem sonha de dia tem consciência de muitas coisas que escapam a quem sonha só de noite.

Por Edgar Allan Poe

Não é só a educação dos filhos que é necessária, mas a dos pais também.

Por Mario Sergio Cortella

O universo não é nem hostil, nem amigável. É simplesmente indiferente.

Por J. Holmes

Não importava se tinha razão, devia me calar. No meu tempo, ser educado era ficar em silêncio. Na mesa, não podia emitir som que não fosse da natureza do garfo e da faca. Criança aceitava, não falava. Como um bicho doméstico, um galo, um cachorro, um gato, um canário belga. Encabulava quando raspava a louça, arranhava as rodas ao estacionar no meio-fio do prato. Meu pai falava sem parar dos negócios, dos vizinhos, do futebol e eu escutava com continência e louvor. Nunca me passou pelos ouvidos nenhuma pergunta inteligente para fazer, até porque as perguntas inteligentes surgem das bobagens e não corria riscos. Se as conversas tivessem sido gravadas na época, descobriria que não apareci na própria infância. Entrava com um "obrigado" e saía no "com licença". Não questionava os hábitos, preocupado em me ver livre o mais rápido possível daquela cena. Não sabia como viver para me sentir morto. Não sabia como morrer para me sentir vivo. Meus bolsos cheios de bolas de gude para acompanhar as mãos. Os bolsos do meu pai cheios de chaves para desafiar as mãos. Os bolsos de minha mãe cheios de pedras do terço para esquecer as mãos. A sobremesa era sagu ou arroz de leite, que comia com vagar e ódio, já que consistia na mesma merenda da escola. Passava o dia comendo sagu ou arroz de leite. A canela em cima do doce me arrepiava de careta, emburricava a respiração. Me censurava antes da censura, me proibia antes da negação, me cavava antes de ser enterrado. Pensativo como quem se penteia no espelho. Prestativo como quem tem culpa por crescer. Nas saídas em família, permanecia igualmente calado, omisso, aceitando que as pessoas secassem seus dedos no meu rosto em cada encontro. Quando recebia um elogio público de comportado, o pai sorria, a mãe sorria, e bem que tentava sorrir, mas os dentes eram de leite e logo cairiam. Nunca levantei a voz. Falava para dentro, com a cabeça inclinada de cavalo cansado. Tinha serenidade porque não encontrava outro sentimento para colocar em seu lugar. Não havia estômago para chegar ao fim da esperança. Não estava escuro para me defender com vela, muito menos claro para procurar sombras. Conhecia de cor o ato de contrição, apesar da dificuldade de inventar pecados. A humildade lembrava covardia, o que explica minha vontade insana de fazer calar esse tempo, o meu tempo de camisa fechada até o último botão.

Por Fabrício Carpinejar

I Crônicas, 1CR, 6:51, de quem foi filho Buqui, de quem foi filho Uzi, de quem foi filho Zeraías,

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Josué, JS, 12:5, Ele dominava no monte Hermom, em Salca e em toda a Basã, até a fronteira dos gesuritas e dos maacatitas, e metade de Gileade, até a fronteira de Seom, rei de Hesbom.

Por Josué, Antigo Testamento

Há muito tempo, dragões e homens eram um só. Então o homem, que desejou posses, escolheu a terra e o mar. Dragões, que queriam liberdade, escolheram o vento e o fogo. Desde então, homens e dragões permanecem separados.

Por Contos de Terramar